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Abstenção fica em 20% no primeiro turno no Amazonas, aponta balanço do TRE-AM

Abstenção fica em 20% no primeiro turno no Amazonas, aponta balanço do TRE-AM Foto: Júnior Souza/TRE-AM O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) informou neste domingo (4), durante coletiva de imprensa, que a taxa de abstenção no primeiro turno das eleições no estado ficou em cerca de 20%. O órgão também destacou o aumento da participação de eleitores idosos, atribuído, entre outros fato

Por Redação Publicado em 4 de outubro de 2026 às 21:53 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Abstenção fica em torno de 20% no primeiro turno no Amazonas, aponta balanço do TRE-AM
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Abstenção fica em 20% no primeiro turno no Amazonas, aponta balanço do TRE-AM

Foto: Júnior Souza/TRE-AM

O Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM) informou neste domingo (4), durante coletiva de imprensa, que a taxa de abstenção no primeiro turno das eleições no estado ficou em cerca de 20%. O órgão também destacou o aumento da participação de eleitores idosos, atribuído, entre outros fatores, ao uso do comprovante de votação para a prova de vida do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“O balanço das ocorrências demonstra o compromisso do TRE-AM com a transparência, a segurança e a garantia do exercício pleno da cidadania a todos os eleitores amazonenses, que é possível graças ao empenho conjunto de todas as instituições envolvidas na realização das eleições”, afirmou a presidente do TRE-AM, desembargadora Carla Reis. 📲 Participe do canal do g1 AM no WhatsApp

Filas em seções Em algumas seções, o maior número de eleitores e o tempo necessário para a digitação dos votos contribuíram para a formação de filas e períodos de espera. Segundo o Tribunal, as ocorrências foram pontuais e não comprometeram o andamento da votação.

Escola Estadual Marcantonio Vilaça II, em Manaus, apresenta filas no 1º turno das Eleições

Manaus lidera ocorrênciasoperação de segurança contou com a participação de órgãos estaduais e federais e das Forças Armadas. A Polícia Federal contabilizou 24 ocorrências relacionadas às eleições ao longo da última semana. As ações resultaram em seis prisões e na apreensão de aproximadamente R$1,9 milhão. Entre as principais ocorrências investigadas durante o período estiveram compra de votos, boca de urna e corrupção eleitoral. A Polícia Civil informou não ter registrado procedimentos ou Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) em Manaus relacionados ao pleito. Segundo a instituição, foram registrados 17 procedimentos considerados relevantes no interior. Segundo o corregedor regional da Polícia Federal no estado, delegado Fábio Sandro Pessoa Pegado, Manaus concentrou a maior parte das ocorrências, com 16 registros, 18 pessoas conduzidas e cinco prisões. Em Iranduba, foram contabilizadas duas ocorrências, sem prisões. Tefé também registrou dois casos, com duas pessoas conduzidas. Em Manacapuru, houve uma ocorrência e uma condução.

Em Coari, uma ocorrência relacionada à suspeita de compra de votos resultou na apreensão de R$ 690 em espécie e material de propaganda eleitoral, incluindo “santinhos”. Não houve prisão nesse caso. Também foram registrados casos em Parintins, São Gabriel da Cachoeira e Itacoatiara, com uma ocorrência em cada município.

Já o Comando Conjunto das Forças Armadas mobilizou 6.102 militares em 69 municípios da região, sendo 44 no Amazonas. No estado, a operação contou com 182 viaturas, 142 embarcações e 15 aeronaves para garantir segurança e apoio logístico em 774 locais de votação.

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Rede Amazônica/Reprodução

Fiscalização eleitoral

O Ministério Público Eleitoral também apresentou informações sobre a fiscalização durante o pleito, com atenção especial ao derramamento de material de propaganda, os chamados "santinhos". Na avaliação do procurador regional eleitoral Edmilson Barreiros, foi constatada a diminuição da prática em colégios eleitorais importantes, como Parintins. “A legislação estabelece prazo de dois dias após a eleição para o ajuizamento das representações cíveis relacionadas a esse tipo de irregularidade. Por isso, faremos o encaminhamento das ações para a segunda e a terça-feira”, explicou. Barreiros destacou já ter recebido relatórios de fiscalização de Manaus, Tefé e Manacapuru. Neste caso, a responsabilização pode ocorrer tanto nas esferas criminal quanto cível-eleitoral.

O MPE informou ainda que os casos serão analisados individualmente, com base nos elementos coletados durante a fiscalização e nas investigações realizadas pelas autoridades policiais.

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