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Advogados são presos no Ceará suspeitos de atuar como 'mensageiros' de facções

Ministério Público do Ceará. MPCE/ Divulgação Dois advogados foram presos nesta sexta-feira (9) suspeitos de intermediar a troca de mensagens entre chefes de organização criminosa no Ceará. Segundo a polícia, eles atuavam dentro de uma unidade prisional do estado e seriam responsáveis por transmitir ordens de líderes do crime presos a integrantes de facções que estavam em liberdade. As prisões oco

Por Redação Publicado em 9 de outubro de 2026 às 11:44 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Advogados são presos no Ceará suspeitos de atuar como 'mensageiros' de facções
Publicado originalmente por [fonte]

Ministério Público do Ceará.

MPCE/ Divulgação

Dois advogados foram presos nesta sexta-feira (9) suspeitos de intermediar a troca de mensagens entre chefes de organização criminosa no Ceará. Segundo a polícia, eles atuavam dentro de uma unidade prisional do estado e seriam responsáveis por transmitir ordens de líderes do crime presos a integrantes de facções que estavam em liberdade.

As prisões ocorreram durante a Operação Elo Oculto, deflagrada pelo Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). As investigações seguem em andamento.

Ao todo, foram cumpridos oito mandados judiciais: quatro de prisão e quatro de busca e apreensão. As ações ocorreram em Caucaia, Fortaleza, Itaitinga e São Gonçalo do Amarante.

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Além dos advogados, os outros dois alvos dos mandados de prisão são um detento e outra pessoa suspeita de também repassar os comunicados.

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De acordo com o MP, a estrutura identificada permitia que mensagens, orientações e informações fossem transmitidas do ambiente prisional para o meio externo, mantendo contatos e articulações mesmo com a chefia da organização presa.

"A operação busca interromper esse fluxo de comunicação e impedir que o ambiente prisional seja utilizado como ponto de articulação para atividades relacionadas à organização criminosa", acrescentou o órgão.

As investigações continuam para esclarecer os fatos, identificar a participação de cada envolvido e apurar se há outras pessoas ligadas à rede de comunicação investigada.

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