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Anvisa proíbe propaganda da caneta emagrecedora Semavy após anúncios em aeroporto e redes sociais

Divulgação A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a propaganda da Semavy, caneta à base de semaglutida indicada para o tratamento do diabetes tipo 2. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e divulgada pela agência nesta sexta-feira (25). Segundo a Anvisa, o medicamento vinha sendo anunciado irregularmente ao público em geral, inclusive em painéis eletrônicos no Aer

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 07:29 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Anvisa proíbe propaganda da caneta emagrecedora Semavy após anúncios em aeroporto e redes sociais
Publicado originalmente por [fonte]


Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a propaganda da Semavy, caneta à base de semaglutida indicada para o tratamento do diabetes tipo 2. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União e divulgada pela agência nesta sexta-feira (25).

Segundo a Anvisa, o medicamento vinha sendo anunciado irregularmente ao público em geral, inclusive em painéis eletrônicos no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, além do site do produto, de redes sociais e de vídeos promocionais.

A Semavy é fabricada pela Cosmed Indústria de Cosméticos e Medicamentos, empresa do grupo Hypera Pharma. O medicamento teve o registro aprovado pela Anvisa em julho deste ano, junto com outras canetas de semaglutida indicadas para diabetes tipo 2.

A medida consta da Resolução-RE nº 3.750, de 23 de setembro de 2026, e determina a suspensão da publicidade do produto voltada ao consumidor.

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Por que a propaganda é proibida?

A Semavy é um medicamento de tarja vermelha, ou seja, depende de prescrição médica.

A legislação brasileira permite que medicamentos sujeitos a prescrição sejam divulgados apenas para profissionais habilitados a prescrever ou dispensar esses produtos, como médicos, dentistas e farmacêuticos.

Para o público em geral, a publicidade é permitida somente para medicamentos isentos de prescrição.

No caso das canetas agonistas do receptor de GLP-1, como a Semavy, a venda também está sujeita à retenção da receita médica, em duas vias.

A Anvisa informou que a divulgação identificada descumpria a Lei nº 6.360/1976, que estabelece regras para a propaganda de medicamentos.

O g1 procurou a Cosmed/Hypera Pharma para pedir um posicionamento sobre a decisão e aguarda retorno.

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