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quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Argentina: pobreza sobe para 32,3% no primeiro semestre

Milei discursa na Assembleia Geral da ONU Caitlin Ochs/Reuters A parcela da população argentina que vive abaixo da linha da pobreza voltou a crescer após dois anos e passou de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026, informou nesta quinta-feira (24) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec). O índice de pobreza estava em queda desde 2024, quando 52,9% dos 47 milhões de habitantes

Por Redação Publicado em 24 de setembro de 2026 às 18:51 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Argentina: pobreza sobe de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026
Publicado originalmente por [fonte]


Milei discursa na Assembleia Geral da ONU

Caitlin Ochs/Reuters

A parcela da população argentina que vive abaixo da linha da pobreza voltou a crescer após dois anos e passou de 28,2% para 32,3% no primeiro semestre de 2026, informou nesta quinta-feira (24) o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).

O índice de pobreza estava em queda desde 2024, quando 52,9% dos 47 milhões de habitantes do país viviam na pobreza. O número é uma das estatísticas mais destacadas pelo presidente Javier Milei para ilustrar o que considera o sucesso de seu plano econômico ultraliberal

Ainda segundo o Indec, a taxa de indigência da Argentina também subiu, chegando a 7,5%.

O órgão considera pobres adultos cuja renda não é suficiente para cobrir uma cesta básica de cerca de 340 dólares (R$ 1.761) pelo câmbio oficial, que inclui alimentos e outros bens e serviços. No caso da indigência, a cesa considera apenas alimentos e custa aproximadamente 150 dólares (R$ 777).

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O crescimento da pobreza acompanha a inflação, que voltou a acelerar entre o fim de 2025 e o início de 2026.

Cerca de 30 mil empresas fecharam na Argentina desde que Milei chegou ao poder. O desemprego subiu para 7,9%, o nível mais alto desde 2021, e quase metade da população economicamente ativa está na informalidade.

A pobreza afeta com maior intensidade as crianças. Segundo o Indec, 44,5% das crianças de até 14 anos são pobres, das quais 10,8% vivem na indigência.

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