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sexta-feira, 2 de outubro de 2026
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Brasileira mata filha de 4 anos e atira em si mesma após perder guarda nos EUA

Agora no g1 Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a filha de quatro anos poucas horas depois de perder uma disputa pela guarda da criança na Justiça dos Estados Unidos. O caso aconteceu em Houston, no Texas. Segundo a polícia, Cibelle Savella atirou contra a menina, identificada como Vivian, na tarde da última terça-feira (29). Em seguida, a mulher teria atirado contra si mesma. A criança

Por Redação Publicado em 2 de outubro de 2026 às 14:39 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Brasileira mata filha de 4 anos e atira em si mesma após perder guarda nos EUA
Publicado originalmente por [fonte]

Agora no g1

Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a filha de quatro anos poucas horas depois de perder uma disputa pela guarda da criança na Justiça dos Estados Unidos. O caso aconteceu em Houston, no Texas.

Segundo a polícia, Cibelle Savella atirou contra a menina, identificada como Vivian, na tarde da última terça-feira (29). Em seguida, a mulher teria atirado contra si mesma. A criança morreu no local. Já a mãe foi levada ao hospital, mas morreu no dia seguinte.

De acordo com o jornal britânico "The Mirror", um juiz havia decidido, horas antes, conceder a guarda da menina ao pai, o americano Aaron Savella, encerrando uma disputa judicial que se arrastava desde a separação do casal, em 2022. A decisão também proibia que ela falasse com a menina em português sem a presença de um supervisor que entendesse o idioma.

Outras duas pessoas estavam na residência no momento do crime: o atual companheiro de Cibelle e uma babá. Nenhum dos dois ficou ferido.

Segundo documentos judiciais citados pela revista espanhola "Marca", Cibelle pediu o divórcio em 2022. A separação foi concluída em 2024, mas a disputa pela guarda da filha continuou nos tribunais.

Advogados de Aaron Savella disseram que o pai aguardava a transferência da guarda após a decisão judicial.

"Aaron fez tudo o que a lei exige de um pai que tenta proteger sua filha. Confiou nos tribunais, cumpriu todas as decisões e esperou o processo seguir seu curso", afirmaram os representantes legais ao "The Mirror".

Eles disseram ainda que o pai está "devastado" com a morte da criança.

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