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quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Camilo Santana, líder do PT no Senado, agradece a Alcolumbre pela aprovação do fim da escala 6x1: 'você é o grande responsável por isso aqui'

Alcolumbre sobre aprovação do fim da escala 6x1: 'Não falei que ia dar certo?' Após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), agradeceu o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), pela aprovação do texto. O diálogo vazou no microfone de lapela do p

Por Redação Publicado em 14 de outubro de 2026 às 22:32 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Camilo Santana, líder do PT no Senado, agradece a Alcolumbre pela aprovação do fim da escala 6x1: 'você é o grande responsável por isso aqui'
Publicado originalmente por [fonte]

Alcolumbre sobre aprovação do fim da escala 6x1: 'Não falei que ia dar certo?'

Após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, o líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), agradeceu o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), pela aprovação do texto. O diálogo vazou no microfone de lapela do presidente do Senado.

“Parabéns”, disse Alcolumbre.

“Você é o grande responsável por isso aqui”, afirmou Camilo.

“Eu não falei que ia dar certo?”, respondeu Alcolumbre aos risos.

Na avaliação dos governistas, o papel desempenhado por Alcolumbre foi decisivo na articulação para o avanço da PEC antes do segundo turno das eleições presidenciais, disputada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A proposta foi aprovada por 75 votos a favor e um contra nos dois turnos de votação. O senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS) foi o único a votar contrário à proposta.

A PEC do fim da jornada 6x1 altera a Constituição para diminuir as horas de trabalho semanais de 44 para 40 horas. O texto também estabelece que é necessário garantir dois dias de folga remunerada, um deles preferencialmente aos domingos.

A grande mudança é garantir que os trabalhadores tenham dois dias de descanso semanal sem a possibilidade de redução salarial. Um desses dias deve ser preferencialmente o domingo.

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