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Campinas adota cordão para identificar pessoas com Parkinson e garantir atendimento preferencial

Pacientes com Doença de Parkinson desconhecem que há estratégias para auxiliar quem enfrenta dificuldades para andar Steve Buissinne para Pixabay Campinas (SP) instituiu o Cordão Tulipa Vermelha para identificar pessoas com doença de Parkinson ou outros distúrbios do movimento. A lei foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (24) e já está em vigor. 🌷 O cordão poderá ser usado em estabel

Por Redação Publicado em 24 de setembro de 2026 às 09:10 3 min de leitura

Conteúdo de G1ler no site de origem

Campinas adota cordão para identificar pessoas com Parkinson e garantir atendimento preferencial
Publicado originalmente por [fonte]


Pacientes com Doença de Parkinson desconhecem que há estratégias para auxiliar quem enfrenta dificuldades para andar

Steve Buissinne para Pixabay

Campinas (SP) instituiu o Cordão Tulipa Vermelha para identificar pessoas com doença de Parkinson ou outros distúrbios do movimento. A lei foi publicada no Diário Oficial desta quinta-feira (24) e já está em vigor.

🌷 O cordão poderá ser usado em estabelecimentos públicos e privados para sinalizar, de forma discreta, que a pessoa apresenta uma restrição motora e pode precisar de atendimento preferencial, ajuda para se locomover ou atenção especial.

O uso do Cordão Tulipa Vermelha será facultativo e também poderá ser feito por acompanhantes e responsáveis. A lei determina que o acessório não será obrigatório para que pessoas com Parkinson ou outros distúrbios do movimento tenham acesso a direitos e benefícios já garantidos.

Segundo a legislação, o cordão poderá ser usado para:

sinalizar restrições motoras aos funcionários de estabelecimentos;

evitar constrangimentos relacionados à condição ou à variação dos sintomas;

garantir atendimento preferencial;

facilitar a oferta de ajuda para locomoção;

solicitar atenção especial durante procedimentos de segurança;

favorecer a autonomia e a inclusão das pessoas que utilizam o acessório.

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Como funciona o Cordão Tulipa Vermelha?

O Cordão Tulipa Vermelha será branco, estampado com desenhos de tulipas vermelhas, e terá 2 centímetros de largura e 85 centímetros de comprimento.

O acessório deverá ser acompanhado por um cartão de identificação com informações pessoais e sobre a condição de saúde do usuário.

O crachá deverá conter:

nome completo;

endereço;

telefone de responsável ou contato de emergência;

identificação da doença pela Classificação Internacional de Doenças (CID-10);

restrições motoras;

uso de acessórios;

restrições a medicamentos;

informação sobre implante de eletrodo de estimulação cerebral profunda (DBS), quando houver, e a data da cirurgia.

A lista de medicamentos usados pela pessoa também poderá ser incluída, mas não será obrigatória.

Imagem ilustrativa do Cordão Tulipa Vermelha

Prefeitura de Campinas/Reprodução

Quem poderá usar o cordão para Parkinson em Campinas?

O Cordão Tulipa Vermelha poderá ser usado por pessoas com doença de Parkinson ou outros distúrbios do movimento, além de acompanhantes e responsáveis.

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Para obter o cartão de identificação, será necessário apresentar documentos que comprovem a condição. A lei cita, entre as possibilidades:

comprovante de aposentadoria por invalidez relacionada à doença;

cadastro em farmácia de alto custo;

laudo médico e exames comprobatórios.

Estabelecimentos deverão orientar funcionários

A nova lei também determina que estabelecimentos públicos e privados de Campinas orientem funcionários, colaboradores e trabalhadores terceirizados sobre o Cordão Tulipa Vermelha e sobre os procedimentos que podem ajudar pessoas com Parkinson ou outros distúrbios do movimento.

A orientação deve incluir formas de identificar situações em que a pessoa possa precisar de auxílio por causa de dificuldades motoras.

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