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quarta-feira, 14 de outubro de 2026
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Cliente encontra rato morto dentro de bolo e dona de estabelecimento é presa em Porto Alegre

Cliente encontra rato morto dentro de bolo e estabelecimento é interditado em Porto Alegre Divulgação/ Polícia Civil Um cliente alega que encontrou um rato morto dentro de um bolo comprado em um estabelecimento de Porto Alegre e a proprietária do local, de 41 anos, foi presa em flagrante por suspeita de crime contra relação de consumo nesta quarta-feira (14). Segundo a Polícia Civil, o alimento já

Por Redação Publicado em 14 de outubro de 2026 às 17:39 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Cliente encontra rato morto dentro de bolo e dona de estabelecimento é presa em Porto Alegre
Publicado originalmente por [fonte]

Cliente encontra rato morto dentro de bolo e estabelecimento é interditado em Porto Alegre

Divulgação/ Polícia Civil

Um cliente alega que encontrou um rato morto dentro de um bolo comprado em um estabelecimento de Porto Alegre e a proprietária do local, de 41 anos, foi presa em flagrante por suspeita de crime contra relação de consumo nesta quarta-feira (14).

Segundo a Polícia Civil, o alimento já havia sido parcialmente consumido quando o roedor foi identificado. A reportagem apurou que o estabelecimento é a Casa de Bolos, unidade Cavalhada. A empresa foi procurada, mas ainda não havia se manifestado até esta publicação.

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O caso levou agentes da Delegacia de Polícia de Proteção aos Direitos do Consumidor (Decon), com apoio da Vigilância Sanitária e da 13ª Delegacia de Polícia da Capital, a fiscalizarem o estabelecimento.

Durante a inspeção, conforme a polícia, as equipes encontraram fezes e urina de roedores em diferentes pontos do imóvel, produtos com prazo de validade vencido e condições inadequadas de higiene.

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Diante da situação encontrada, o estabelecimento foi interditado. A proprietária, que não teve o nome divulgado, foi presa em flagrante.

A delegada Milena Simioli, titular da Decon, afirmou que esse tipo de fiscalização busca evitar situações que possam colocar consumidores em risco.

"Nesse referido caso, o produto havia sido parcialmente consumido antes de o roedor ser identificado dentro do alimento", afirmou a delegada.

Segundo a delegada, a atuação também busca coibir infrações penais e administrativas relacionadas às condições sanitárias de estabelecimentos que produzem e comercializam alimentos.

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