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‘Curvas da Morte’: conheça trecho desativado da BR-060 conhecido por perigo e grande número de acidentes

Conheça trecho desativado da BR-060 conhecido por perigo e grande número de acidentes O antigo trecho das sete curvas, na região de Santo Antônio do Descoberto, na BR-060, era marcado por acidentes e chegou a ser conhecido como "curvas da morte" antes da conclusão da obra de duplicação da via, em 2007. Atualmente, o trecho está interditado, sendo visitado apenas por ciclistas e curiosos. O local c

Por Redação Publicado em 30 de setembro de 2026 às 17:49 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

‘Curvas da Morte’: conheça trecho desativado da BR-060 conhecido por perigo e grande número de acidentes
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Conheça trecho desativado da BR-060 conhecido por perigo e grande número de acidentes

O antigo trecho das sete curvas, na região de Santo Antônio do Descoberto, na BR-060, era marcado por acidentes e chegou a ser conhecido como "curvas da morte" antes da conclusão da obra de duplicação da via, em 2007. Atualmente, o trecho está interditado, sendo visitado apenas por ciclistas e curiosos. O local chamou a atenção da influenciadora Maria Luiza, que gravou um vídeo mostrando como estão as pistas (veja acima). O trecho fica no Entorno do Distrito Federal, e a BR liga as cidades goianas, como Anápolis e Alexânia, ao Distrito Federal. Ao g1, Maria contou que costuma passar pelo trecho, mas não conseguia ter visão das antigas vias, tendo encontrado as sete curvas usando um aplicativo de mapas. "Foi uma experiência muito diferente, porque o lugar realmente impressiona. É um trecho bem isolado, com toda aquela história por trás, e pessoalmente a sensação é muito forte. A gente ficou até meio assustado, porque o lugar passa uma energia muito pesada", afirmou. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp

Em 2011, o Ministério dos Transportes mencionou a região ao falar sobre como barreiras eletrônicas reduziam acidentes. O arquivo destacou que havia sido registrados 144 acidentes na área em apenas 2 anos, resultando em 58 mortes e 33 pessoas gravemente feridas. Entre os principais problemas apontados pelo projeto da obra de duplicação estavam curvas fechadas e íngremes. Maria também destacou a formação constante de neblina na área. Ao repórter Rafael Gofer, do O Popular, uma meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) explicou que o nevoeiro é frequente em rodovias sinuosas devido à alta umidade que, ao encontrar temperaturas mais baixas pela manhã ou no fim da tarde, condensa o ar e prejudica a visão.

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Nos comentários do vídeo compartilhado por Maria, internautas contaram suas próprias histórias sobre acidentes na região. "Em 2000 eu e minha família sofremos um acidente terrível aí, pelo jeito que foi ninguém achou que teriam sobreviventes, mas graças a Deus eu, minha mãe, minha irmã e meu pai estamos bem e vivos para contar esse testemunho", disse uma internauta. "Meu pai morreu aí nos anos 2000", lamentou outra. Em nota ao g1, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que, após concluir a obra de duplicação em 2007, realizou serviços rotineiros de manutenção na via até 2014, quando o trecho foi concedido à iniciativa privada. Atualmente, a região é administrada pela concessionaria Triunfo Concebra. Pista conhecida como sete curvas foi desativada, em Goiás

Reprodução/Instagram de Maria Luiza Sousa

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