Debate na Rede Amazônica: candidatos ao Senado no AP discutem exploração de petróleo e privatização de saneamento e energia
Candidatos ao Senado durante debate na Rede Amazônica no Amapá. Isadora Pereira/g1 O debate promovido pela Rede Amazônica nesta sexta-feira (25) entre candidatos ao Senado pelo Amapá foi marcado por discordâncias quanto aos temas ligados à privatização do saneamento e energia e à exploração de petróleo na Foz do Amazonas (veja a íntegra do vídeo do debate acima). Os candidatos também debateram tem
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Candidatos ao Senado durante debate na Rede Amazônica no Amapá.
Isadora Pereira/g1
O debate promovido pela Rede Amazônica nesta sexta-feira (25) entre candidatos ao Senado pelo Amapá foi marcado por discordâncias quanto aos temas ligados à privatização do saneamento e energia e à exploração de petróleo na Foz do Amazonas (veja a íntegra do vídeo do debate acima).
Os candidatos também debateram temas como: funcionalismo público e habitação (veja, mais abaixo, vídeos de cada tema). O debate foi mediado pela jornalista Daniela Branches e transmitido ao vivo, de Macapá, pelo g1 Amapá e pela Rádio CBN.
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Quatro candidatos participaram do debate: Acácio Favacho (MDB), Alliny Serrão (União Brasil), João Alberto Capiberibe (PSB), e Randolfe Rodrigues (PT). Já Lucas Barreto (PSD) e Rayssa Furlan (Podemos) não compareceram e nem justificaram a ausência. VEJA TUDO SOBRE ELEIÇÕES NO AMAPÁ
A Rede Amazônica convidou os candidatos de partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso Nacional, conforme preconiza o artigo 46 da Lei 9.504/97 (Lei das Eleições) (veja lista completa dos candidatos ao Senado no AP).
Cada candidato teve 30 segundos para fazer a pergunta a um outro candidato de livre escolha. O candidato escolhido teve 1 minuto e 30 segundos para responder, depois, mais 1 minuto e 15 segundos para a réplica, e mais 1 minuto e 15 segundos para a tréplica.
O debate foi dividido em três blocos: um de tema livre, um de tema determinado e outro de tema livre.
No bloco de tema determinado, a produção do debate sorteou os seguintes temas:
Funcionalismo Público;
Habitação
Empreendedorismo;
Setor Primário (Agro).
Bloco 1
O bloco inicial de temas livres contou com dois embates principais entre os candidatos presentes:
Capiberibe (PSB) criticou o voto favorável de Alliny Serrão (União Brasil), enquanto presidente da Assembleia Legislativa, aos projetos de privatização da Caesa e da CEA. Ele afirmou que as concessões geraram tarifas abusivas que pesam sobre a população vulnerável e defendeu que serviços essenciais de água e energia deveriam permanecer sob controle estatal.
Alliny Serrão defendeu sua atuação parlamentar e argumentou que a privatização exige fiscalização rigorosa para assegurar a qualidade dos serviços prestados. Ela defendeu a redução das tarifas energéticas no Senado por meio do aproveitamento do potencial do Amapá como estado produtor de energia.
Randolfe Rodrigues (PT) questionou as propostas para garantir que a recente descoberta de petróleo na Foz do Rio Amazonas se converta em desenvolvimento social. Como proposta, defendeu a criação da Universidade Federal da Fronteira em Oiapoque para qualificar a mão de obra local e reteve a necessidade de garantir infraestrutura no estado (portos e refinarias).
Capiberibe ponderou que a existência de petróleo na região é conhecida há décadas e que a viabilidade econômica da exploração ainda depende de estudos que podem levar até 12 anos. Ele defendeu investimentos imediatos na bioeconomia e no uso sustentável da floresta para a geração de empregos no presente.
Indagado sobre perguntas aos candidatos ausentes, Capiberibe recusou-se a formulá-las. Randolfe Rodrigues usou seu tempo para questionar a ausência do candidato Lucas Barreto (PSD) e criticar sua posição contrária ao fim da jornada de trabalho na escala 6x1.
Esta reportagem está em atualização*
Eleições 2026 no g1
Arte/g1
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