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Em visita à França, Papa Leão XIV pede regras mais rígidas para que a humanidade não se perca 'em um paraíso das máquinas'

Leão XIV pede mais regras para uso da Inteligência Artificial Em uma visita à França, o papa cobrou mais regras para o uso da inteligência artificial. Leão XIV alertou para o risco da perda da humanidade em meio ao que chamou de "um paraíso das máquinas". Leão XIV nem havia chegado a Paris e já falava de liberdade de imprensa. No avião, questionado sobre a decisão da Casa Branca de barrar jornalis

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 21:25 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Em visita à França, Papa Leão XIV pede regras mais rígidas para que a humanidade não se perca 'em um paraíso das máquinas'
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Leão XIV pede mais regras para uso da Inteligência Artificial

Em uma visita à França, o papa cobrou mais regras para o uso da inteligência artificial. Leão XIV alertou para o risco da perda da humanidade em meio ao que chamou de "um paraíso das máquinas".

Leão XIV nem havia chegado a Paris e já falava de liberdade de imprensa. No avião, questionado sobre a decisão da Casa Branca de barrar jornalistas de alguns veículos, respondeu:

“Aqui, todos vocês são bem-vindos”.

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Horas depois, na Unesco, diante de diplomatas e autoridades, Leão XIV criticou governantes que usam a lei quando serve aos seus interesses e a ignoram quando limita seu poder. Disse que até a justiça vem sendo tratada como mercadoria.

Na primeira encíclica, ele já havia alertado sobre os riscos da automação acelerada e pedido uma regulação ética da inteligência artificial. Nesta sexta-feira (25), falou do risco de um “paraíso de máquinas” em que a tecnologia termine por diminuir o próprio homem.

Em visita à França, Papa Leão XIV pede regras mais rígidas para que a humanidade não se perca 'em um paraíso das máquinas'

Jornal Nacional/ Reprodução

O primeiro papa americano, de raízes francesas, está em um país secularizado, onde a laicidade está inscrita na Constituição. E chega justamente quando cresce o número de pessoas que procuram o batismo.

Então, Leão XIV chegou a Notre Dame. A catedral que quase desapareceu no fogo. A torre estreita que caiu diante do mundo, e uma cidade que assistiu, impotente, enquanto oito séculos de sua trajetória ardiam. Sete anos depois, Notre Dame estava novamente de pé, e um papa entrava por suas portas.

Notre Dame começou a ser construída em 1163. Foram quase dois séculos de obras até a catedral ganhar a forma que atravessaria a história de Paris. Uma história que nasceu também com o papado: Alexandre III estava na França, afastado de Roma, quando as obras começaram. Mais de oito séculos depois, Leão XIV é o quinto pontífice a visitá-la.

Leão XIV rezou as mesmas orações de Bento XVI na última visita de um pontífice a Paris, 18 anos atrás. Um gesto de continuidade, em uma catedral e em um país profundamente transformados desde então.

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