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Entrevista na NSC: Laís Chaud aposta em mobilização popular para governar e maior reforço no combate à violência contra a mulher

Laís Chaud, candidata do Unidade Popular ao governo de Santa Catarina, foi entrevistada nesta quinta-feira (17) pela NSC TV dentro do Jornal do Almoço. Durante 3 minutos e 30 segundos, foi questionada pelo jornalista André Lux sobre propostas de campanha e posicionamento de candidatura. Entre os temas, respondeu que defende governar por meio da pressão e mobilização popular, compensando a falta de

Por Redação Publicado em 17 de setembro de 2026 às 13:00 4 min de leitura

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Entrevista na NSC: Laís Chaud aposta em mobilização popular para governar e maior reforço no combate à violência contra a mulher
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Laís Chaud, candidata do Unidade Popular ao governo de Santa Catarina, foi entrevistada nesta quinta-feira (17) pela NSC TV dentro do Jornal do Almoço.

Durante 3 minutos e 30 segundos, foi questionada pelo jornalista André Lux sobre propostas de campanha e posicionamento de candidatura. Entre os temas, respondeu que defende governar por meio da pressão e mobilização popular, compensando a falta de bancada do partido na Assembléia Legislativa (Alesc), e a criação de Delegacias de Proteção à Mulher com funcionamento 24 horas, além de casas de referência para apoio às vítimas de violência no estado.

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🔍🗣️ A entrevista faz parte de uma série de sabatinas com os postulantes ao governo catarinense realizadas a partir desta segunda (14) até a sexta-feira (18). A ordem dos candidatos segue a posição na pesquisa Quaest encomendada pela NSC e divulgada em 24 de agosto (confira os dados do levantamento).

Governabilidade e pressão popular

Sobre a gestão do Estado sem bancada própria na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), a candidata afirmou que pretende articular a aprovação de projetos por meio da mobilização direta dos trabalhadores sobre os parlamentares.

"A nossa forma de governar é uma forma diferente, porque, independente de ter deputados ou não, os governos da Unidade Popular se propõem a ser um governo governado pela população, pela maioria do povo, pelos trabalhadores. A gente vê muitas questões que se apresentam, que os deputados precisam votar, em leis, em resoluções e tudo mais, mas que, no fim, acabam não representando o desejo da maioria.

E nós, o atual, o possível, na verdade, governo da Unidade Popular, representaria o desejo da maioria", declarou.

Combate à violência contra a mulher

Em relação às políticas públicas para as mulheres, Laís apontou como medida prioritária a ampliação da estrutura de atendimento às vítimas de violência no estado, com funcionamento contínuo e suporte multiprofissional.

"Para nós, seria uma das principais e uma das primeiras questões que a gente faria no governo. Entendemos que também a contratação de mais profissionais, possivelmente essa contratação de mais policiais, mas a gente entende que da delegacia, ou também da construção de casas de referência às mulheres vítimas de violência, a gente também tem aí psicólogos, assistentes sociais e jurídicos para atuar", disse.

Demais temas abordados na entrevista

Credenciais da candidatura

“O que nos credencia é a luta que a gente faz através dos nossos movimentos sociais. Então eu sou coordenadora de um movimento que luta pela moradia digna, movimento de luta nos bairros, vilas e favelas. A minha trajetória política, na verdade, foi construída fazendo as atividades no dia a dia. Somos um partido eleitoreiro, não somos um partido que só aparece na época das eleições, mas somos um partido que constrói a luta do povo, a luta popular, e isso faz com que a gente se lance também para esses cargos, independente do que for, de vereadora, governo, a presidente da república, como temos também a nossa candidata Samara Martins”.

Quem são os candidatos ao governo de SC em 2026?

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro. O segundo turno, se for necessário, está marcado para 25 de outubro. Em Santa Catarina, os partidos definiram oito nomes na disputa pelo governo. São eles:

Bruno Pedreiro (PCO)

Gelson Merísio (PSB)

João Rodrigues (PSD)

Jorginho Mello (PL)

Laís Chaud (Unidade Popular)

Marcelo Brigadeiro (Missão)

Professor Marcus Sodré (PSTU)

Ralf Zimmer (PRD)

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