Estudante de medicina é indiciado por estupro e gravação clandestina em BH
Faculdade Ciências Médicas, em Belo Horizonte FCM-MG A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou Manoel Antonio Januario Filho, estudante de medicina da Faculdade Ciências Médicas, pelos crimes de estupro e registro não autorizado de intimidade sexual. O indiciamento foi concluído na terça-feira (15) pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Belo Horizonte. Com a conclusão do inq
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Faculdade Ciências Médicas, em Belo Horizonte
FCM-MG
A Polícia Civil de Minas Gerais indiciou Manoel Antonio Januario Filho, estudante de medicina da Faculdade Ciências Médicas, pelos crimes de estupro e registro não autorizado de intimidade sexual. O indiciamento foi concluído na terça-feira (15) pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Belo Horizonte.
Com a conclusão do inquérito e o indiciamento, o caso segue para a Justiça, que deverá decidir se o suspeito se tornará réu. Caso vire réu, deverá ir a julgamento.
Segundo a investigação, o universitário é suspeito de manter relações sexuais sem o consentimento das vítimas. Conforme o inquérito, ele também teria se recusado a utilizar preservativo ou a interromper os atos quando solicitado.
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A investigação aponta ainda que o estudante teria feito fotografias e gravações clandestinas dos encontros íntimos. O material teria sido compartilhado em um grupo de WhatsApp chamado “Calouradazada”, formado por colegas do curso de medicina.
De acordo com o documento, laudos periciais e depoimentos colhidos durante o inquérito reuniram elementos que, na avaliação da Polícia Civil, indicam autoria e materialidade dos crimes. O caso foi enquadrado no contexto da Lei Maria da Penha.
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Faculdade e defesa
A Faculdade Ciências Médicas de Minas Gerais informou que, na época dos fatos, o estudante foi imediatamente suspenso das atividades acadêmicas. Depois, em cumprimento a uma ordem da Justiça, a instituição efetivou o afastamento cautelar do aluno, medida que permanece em vigor.
A faculdade afirmou ainda que continuará colaborando com as autoridades competentes.
A defesa de Manoel Antonio Januario Filho afirmou que, em respeito ao sigilo legal e às pessoas envolvidas, não vai comentar o conteúdo da investigação neste momento.
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