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Família de bebê que morreu afogada era acompanhada pelo Conselho Tutelar em Presidente Prudente

Afogamento registrado em Presidente Prudente (SP) Aline Costa/TV TEM A família da bebê de 10 meses que morreu afogada no Rio Buriti, em Presidente Prudente (SP), nesta quinta-feira (24), já era acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela rede de proteção antes da ocorrência. Segundo informado pelo Conselho Tutelar, a mãe das três crianças também já havia recebido atendimento relacionado à saúde ment

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 12:36 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Família de bebê que morreu afogada era acompanhada pelo Conselho Tutelar em Presidente Prudente
Publicado originalmente por [fonte]


Afogamento registrado em Presidente Prudente (SP)

Aline Costa/TV TEM

A família da bebê de 10 meses que morreu afogada no Rio Buriti, em Presidente Prudente (SP), nesta quinta-feira (24), já era acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela rede de proteção antes da ocorrência.

Segundo informado pelo Conselho Tutelar, a mãe das três crianças também já havia recebido atendimento relacionado à saúde mental pela rede municipal.

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Havia registro de internação dela no Hospital Psiquiátrico Bezerra de Menezes e possível acompanhamento pelo Centro de Atenção Psicossocial (Caps). O órgão, no entanto, não detalhou por quais atendimentos a mulher passou.

Conforme as investigações da Polícia Civil, a mulher teria levado os três filhos até uma represa na região do Jardim Santa Fé sob o pretexto passear e pescar. No local, as crianças foram lançadas na água. Os dois filhos mais velhos, de 7 e 9 anos, conseguiram se salvar, fugir e pedir ajuda a um trabalhador que estava ali perto. A bebê não resistiu.

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Após a ocorrência, as duas crianças foram encaminhadas pelo Conselho Tutelar ao Acolhimento Excepcional de Urgência (PEU), como medida de proteção.

O pai precisou permanecer no local para tratar das questões relacionadas à morte da bebê.

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Acolhimento

De acordo com o Conselho Tutelar, o Acolhimento Excepcional de Urgência (PEU) é destinado à situações excepcionais e funciona de forma temporária, quando uma criança precisa ser retirada do ambiente familiar e não há, naquele momento, um responsável em condições de permanecer com ela.

No local, as duas crianças receberam cuidados básicos, como alimentação, banho e espaço para dormir e descansar.

Ainda conforme o órgão, nesta sexta-feira, a equipe dará continuidade à avaliação do caso e à aplicação de outras medidas de proteção para as crianças. O caso continua sob investigação da Polícia Civil.

Afogamento registrado em Presidente Prudente (SP)

Aline Costa/TV TEM

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