Famosos lamentam morte do influenciador Lito Sousa
Lito Sousa grava o podcast 'Atenção, passageiros!' Globoplay O influenciador e especialista em aviação Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º) aos 59 anos de idade, em São Paulo. Ele foi diagnosticado com a rara doença de Creutzfeld-Jakob. Um dos principais influenciadores brasileiros especializados em aviação, Joselito Geraldo de Sousa ficou conhecido principalmente pelo canal Aviões e Músicas,
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Lito Sousa grava o podcast 'Atenção, passageiros!'
Globoplay
O influenciador e especialista em aviação Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º) aos 59 anos de idade, em São Paulo. Ele foi diagnosticado com a rara doença de Creutzfeld-Jakob.
Um dos principais influenciadores brasileiros especializados em aviação, Joselito Geraldo de Sousa ficou conhecido principalmente pelo canal Aviões e Músicas, no YouTube, onde explicava, em linguagem acessível, como funcionam aviões, procedimentos de segurança, turbulências e acidentes aéreos.
Em postagem nas redes sociais, sua esposa, Mila Seidl, se despediu com um vídeo contando a história do marido. "Um grande abraço e até o proximo voo. Foi uma honra ter viajado com você. Te amo. Sempre.", escreveu na legenda do post.
Nos comentários, famosos lamentaram a morte do influenciador.
A jornalista Fátima Bernardes publicou uma breve mensagem:
A jornalista Fátima Bernardes
Reprodução/Instagram
"Descansa nos braços do pai, Lito! Conforta senhor o coração das famílias", escreveu a cantora Simaria.
Comentário da cantora Simaria
Reprodução/Instagram
"Não posso acreditar! Que Deus esteja confortando vocês. Sinto muito, muito mesmo", postou a atriz Sophia Valverde. Comentário de Sophia Valverde
Reprodução/Instagram
Rubens Cezila, também influenciador de aviação, comentou: "Lito, você jamais será esquecido! O melhor da aviação no Brasil e no mundo! Um abraço forte, Mila Seidl."
O influenciador de aviação Rubens Cezila
Reprodução/Instagram
Caso Lito
Lito Sousa posta novo vídeo após receber alta do hospital em SP
Aos 59 anos, Lito Sousa foi diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob, uma condição neurológica rara causada por príons e que não possui, até o momento, tratamento capaz de reverter sua evolução.
O influenciador recebeu alta do Hospital Israelita Albert Einstein na terça-feira (1º) e passou a receber cuidados em casa. Segundo a esposa, Mila Seidl, ele permanece acompanhado por uma equipe multidisciplinar.
Em vídeo publicado em 4 de setembro, Lito falou sobre sua recuperação e afirmou que suas chances de sobreviver haviam aumentado. Na gravação, ele também conversou sobre aviação, tema pelo qual é conhecido.
"Eu vou ter muito trabalho depois que eu melhorar, porque está acontecendo tanta coisa. Até eu me inteirar de tudo", disse.
Ao falar sobre o tratamento experimental, Lito disse que aguardava a chegada do produto e que pretendia explicar aos seguidores os detalhes quando tivesse a substância em mãos.
A doença de Creutzfeldt-Jakob provoca uma deterioração progressiva do cérebro. No Brasil, foram registrados 547 casos confirmados entre 2005 e 2021, segundo o Ministério da Saúde. A maior parte dos pacientes vive de seis meses a um ano após o surgimento dos primeiros sintomas.
Ainda não há tratamento aprovado no mundo capaz de interromper a evolução da doença. As alternativas em estudo permanecem no campo experimental.
Entenda a doença de Lito Sousa
Arte/g1
No Brasil, a doença atinge principalmente pessoas mais velhas: a faixa de 55 a 74 anos concentrou 60,2% das notificações, com idade média de 66 anos entre os casos suspeitos — perfil diferente do caso de Lito, já que a forma esporádica costuma acometer pessoas entre 60 e 80 anos.
A literatura usada pelo Ministério da Saúde indica que cerca de 90% dos pacientes evoluem para óbito entre seis meses e um ano após o início dos sintomas, com sobrevida média de cinco meses — dado que reforça a gravidade do quadro relatado pela família de Lito. Entre as notificações analisadas, houve 290 registros de óbito pelo agravo, embora o boletim aponte falhas no preenchimento e acompanhamento dos dados.
Segundo levantamento do Ministério da Saúde, o Brasil registrou 547 casos confirmados da enfermidade entre 2005 e 2021 — período que corresponde aos primeiros 17 anos desde que a DCJ passou a integrar a lista de notificações compulsórias.