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Genro acusado de matar sogra em Sertãozinho, SP, passará por exame de insanidade mental

O autônomo Ygor Felizardo, preso por suspeita de matar a sogra em Sertãozinho (SP) Reprodução/EPTV A Justiça determinou nesta quarta-feira (16) que Ygor Christian Felizardo, acusado de matar a sogra a facadas em Sertãozinho (SP), seja submetido a um exame de insanidade mental. Segundo a defesa, Ygor será avaliado por peritos psiquiatras do estado. O prazo para a análise é de 45 dias, mas pode ser

Por Redação Publicado em 16 de setembro de 2026 às 20:10 3 min de leitura

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Genro acusado de matar sogra em Sertãozinho, SP, passará por exame de insanidade mental
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O autônomo Ygor Felizardo, preso por suspeita de matar a sogra em Sertãozinho (SP)

Reprodução/EPTV

A Justiça determinou nesta quarta-feira (16) que Ygor Christian Felizardo, acusado de matar a sogra a facadas em Sertãozinho (SP), seja submetido a um exame de insanidade mental. Segundo a defesa, Ygor será avaliado por peritos psiquiatras do estado. O prazo para a análise é de 45 dias, mas pode ser prorrogado se houver necessidade.

Ygor está preso preventivamente desde junho deste ano. Na época, ele confessou à polícia que matou Leonice Aparecida Moscon, de 62 anos, na casa dela.

Segundo o advogado José Augusto Costa, com o resultado do exame, a Justiça vai decidir se Ygor tinha ou não capacidade de compreender o que estava fazendo no momento do crime. Também será definida a medida legal aplicável ao caso.

“Defendemos desde o inquérito que ele precisa de um exame para aferir as capacidades mentais e somente uma junta pericial pode atestar isso. Dado ao histórico psiquiátrico dele (TAB, delírio persecutório, ansiedade generalizada e insônia), há grande possibilidade desse crime só ter ocorrido por conta de uma crise psiquiátrica somada à falta de medicação”, afirma Costa.

O réu passou por audiência de instrução e julgamento nesta quarta-feira. Além dele, a Justiça ouviu testemunhas de defesa e acusação.

Na véspera, Marilene Schiavinato, uma das filhas de Leonice, havia falado ao g1 sobre a expectativa para esta etapa do processo e sobre os meses desde a morte da mãe.

“Não foi nem está sendo fácil. É muita pressão. Só espero que nessa audiência seja feita justiça.”

Suspeito deu entrevista após crime

Leonice foi encontrada morta em casa no dia 15 de junho, no Jardim Vitória. Uma das filhas, esposa de Ygor, desconfiou da falta de respostas para as tentativas de contato por telefone com ela.

A vítima estava deitada sobre a cama, com múltiplos golpes de faca. De acordo com a Polícia Civil, ela sofreu 38 perfurações. A arma do crime estava cravada no peito dela.

A casa não apresentava sinais de arrombamento, luta corporal e estava arrumada. Os pertences da vítima não estavam revirados. Testemunhas contaram que não ouviram gritos da mulher ou latidos do cão dela.

Durante o atendimento da Polícia Militar no local, Ygor chegou a conceder uma entrevista a um grupo de jornalistas afirmando desconhecer o que havia acontecido e que tinha uma boa relação com a sogra.

Momentos depois, ele foi levado pela PM, preso como principal suspeito pelo crime.

Roupas dele com marcas de sangue, um ferimento sem cicatrização em uma das mãos e a falta de indícios de arrombamento na casa reforçaram as suspeitas contra o mecânico.

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