Ir para o conteúdo principal
sexta-feira, 18 de setembro de 2026
AGORA RIO
Cidades

'Guerra híbrida' explora o espaço entre a paz e um conflito aberto; entenda

França alerta sobre novos ataques da Rússia a países europeus O presidente da França fez nesta sexta-feira (18) um alerta sobre uma nova onda de ataques da Rússia contra países europeus que apoiam a Ucrânia. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia A liderança europeia sustenta que a ameaça russa ao Velho Continente é cada vez maior. Nesta sexta-feira (18), a guerra híbri

Por Redação Publicado em 18 de setembro de 2026 às 21:32 2 min de leitura

Conteúdo de G1ler no site de origem

'Guerra híbrida' explora o espaço entre a paz e um conflito aberto; entenda
Publicado originalmente por [fonte]


França alerta sobre novos ataques da Rússia a países europeus

O presidente da França fez nesta sexta-feira (18) um alerta sobre uma nova onda de ataques da Rússia contra países europeus que apoiam a Ucrânia.

📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia

A liderança europeia sustenta que a ameaça russa ao Velho Continente é cada vez maior. Nesta sexta-feira (18), a guerra híbrida voltou a ocupar os discursos oficiais. O presidente da França, Emmanuel Macron, citou alguns dos episódios mais recentes. O ataque com drone, perto da Polônia, a um trem de passageiros que vinha de Kiev e no aeroporto de Leipzig, atribuído pela Alemanha à inteligência militar russa. Macron determinou um plano para proteger infraestruturas críticas francesas.

A guerra híbrida explora o espaço entre a paz e um conflito aberto. Sabotagem, ciberataques, desinformação e drones podem causar danos sem disparar os mecanismos de defesa previstos para uma agressão militar declarada. É essa zona cinzenta que a União Europeia agora quer diminuir.

'Guerra híbrida' explora o espaço entre a paz e um conflito aberto

Jornal Nacional/ Reprodução

Na quarta-feira (16), a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, propôs um protocolo de emergência. Se um país acionar o mecanismo, os 27 serão convocados para coordenar a resposta. O plano se inspira no artigo 4 da Otan, que prevê consultas entre os aliados quando um deles é ameaçado.

Ursula também propôs um Conselho Europeu de Segurança, com parceiros como Reino Unido, Ucrânia, Noruega e Canadá. Uma resposta a um tipo de confronto que não é declarado como guerra, mas que já faz parte das preocupações de segurança do planeta.

GloboPop: clique para ver os vídeos do palco do Jornal Nacional

LEIA TAMBÉM

Vigiados por militares armados, ucranianos de região ocupada pela Rússia votam em eleição parlamentar russa; veja FOTOS

Polônia diz que Rússia planeja ataques com drones e mísseis contra países europeus

Leia mais