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domingo, 20 de setembro de 2026
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Idosa morre após ser atingida por tiro em casa no Oeste do RN

Idosa tinha 66 anos e morreu neste sábado (19) Foto 1: Cedida | Foto 2: Iara Nóbrega/Inter TV Costa Branca Uma idosa de 66 anos morreu na tarde deste sábado (19), no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, após ser atingida por um disparo de arma de fogo na porta de casa, em Assú, na região Oeste do Rio Grande do Norte. A vítima foi identificada como Maria de Fátima de Oliveira Silva.

Por Redação Publicado em 20 de setembro de 2026 às 13:01 2 min de leitura

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Idosa morre após ser atingida por tiro em casa no Oeste do RN
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Idosa tinha 66 anos e morreu neste sábado (19)

Foto 1: Cedida | Foto 2: Iara Nóbrega/Inter TV Costa Branca

Uma idosa de 66 anos morreu na tarde deste sábado (19), no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró, após ser atingida por um disparo de arma de fogo na porta de casa, em Assú, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

A vítima foi identificada como Maria de Fátima de Oliveira Silva. Segundo a Polícia Militar, o caso aconteceu por volta das 11h da sexta-feira (18), no bairro São João. A mulher estava em casa quando foi chamada à porta por um homem que seria alvo de uma tentativa de homicídio.

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Ao atender ao chamado, a idosa foi atingida por um disparo. De acordo com familiares, o tiro atingiu a região da cabeça. O homem que seria o suposto alvo da tentativa de homicídio também foi atingido pelos disparos. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Maria de Fátima foi socorrida por um neto, que a levou para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Assú. Depois, ela foi transferida, por volta das 16h da sexta-feira, para o Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró.

A mulher permaneceu internada e entubada, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na tarde deste sábado (19).

João Batista da Silva, cunhado da vítima, disse que "Fatinha", como era mais conhecida, era uma pessoa querida na rua onde morava e costumava ajudar os vizinhos.

“É muito revoltante, não só para família, mas para os vizinhos. Lá a rua está fechada, porque o movimento do povo, tudo revoltado. (...) não é porque é a minha cunhada não, mas todo mundo conhece ela, todo mundo ama ela naquela rua”, afirmou.

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