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Indígenas retiram mais de 2 toneladas de tambaqui em primeira despesca de projeto em Boa Vista

Agricultores indígenas fazem a primeira despesca em comunidade da zona rural de Boa Vista. Francisco Sena/PMBV Agricultores indígenas da comunidade Lago Grande, na zona rural de Boa Vista, realizaram a primeira despesca (retirada de peixes dos tanques) após nove meses de criação. Ao todo, foram retiradas mais de duas toneladas de tambaqui da água. A comunidade fica localizada na região do Baixo Sã

Por Redação Publicado em 20 de setembro de 2026 às 13:35 2 min de leitura

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Indígenas retiram mais de 2 toneladas de tambaqui em primeira despesca de projeto em Boa Vista
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Agricultores indígenas fazem a primeira despesca em comunidade da zona rural de Boa Vista.

Francisco Sena/PMBV

Agricultores indígenas da comunidade Lago Grande, na zona rural de Boa Vista, realizaram a primeira despesca (retirada de peixes dos tanques) após nove meses de criação. Ao todo, foram retiradas mais de duas toneladas de tambaqui da água. A comunidade fica localizada na região do Baixo São Marcos. O assunto foi destaque no Amazônia Agro deste domingo (20).

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A ação reúne cerca de 15 famílias e faz parte do projeto municipal Moro-Morí, criado em 2023. O tambaqui, espécie escolhida para a criação nos tanques, é o peixe mais consumido na Amazônia e o principal explorado no mercado de Roraima.

De acordo com o secretário municipal de Agricultura e Assuntos Indígenas, Cezar Riva, a produção tem dois destinos e busca dar autonomia aos moradores. “Uma parte desses peixes será destinada à comercialização e a outra consumida dentro da própria comunidade.

"Isso melhora a qualidade nutricional da alimentação, gera renda para as pessoas envolvidas e incentiva a continuidade do projeto. A comunidade, tendo condições, vai ampliando”, afirmou o secretário.

Para o coordenador do projeto na comunidade, Manoel Serafim, o trabalho garante segurança alimentar e incentiva o envolvimento dos moradores.

“Representa bastante na alimentação sustentável. Só tenho mesmo a agradecer e incentivar outras famílias, pois temos bastante para cuidar e tratar bem da nossa comunidade”, afirmou o coordenador.

Desde o ano passado, a iniciativa já produziu cerca de 11 toneladas de peixes. Além da Lago Grande, a criação em tanques também ocorre nas comunidades indígenas da Ilha, Serra da Moça, Darôra, Campo Alegre e Vista Alegre.

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Primeira despesca na comunidade Lago Grande, na região do Baixo São Marcos, zona rural de Boa Vista.

Francisco Sena/PMBV

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