Julgamento de acusado de participação na morte do médico Bruno Calaça começa em Imperatriz
Caso Bruno Calaça: Réu foragido surpreende e comparece ao julgamento pela morte de médico Começou, nesta quinta-feira (24), o julgamento de Ricardo Pereira Barbalho, um dos acusados de participação na morte do médico Bruno Calaça. O crime aconteceu em 2021, dentro de uma boate na Avenida Beira Rio, em Imperatriz, a 629 km de São Luís. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Maranhão no WhatsA
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Caso Bruno Calaça: Réu foragido surpreende e comparece ao julgamento pela morte de médico
Começou, nesta quinta-feira (24), o julgamento de Ricardo Pereira Barbalho, um dos acusados de participação na morte do médico Bruno Calaça. O crime aconteceu em 2021, dentro de uma boate na Avenida Beira Rio, em Imperatriz, a 629 km de São Luís.
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Ricardo, que era considerado foragido da Justiça, compareceu ao Tribunal do Júri para acompanhar o julgamento. Ainda pela manhã, familiares, amigos da vítima e outras pessoas estiveram em frente ao Fórum de Imperatriz para acompanhar o caso.
Durante o julgamento, a defesa deve sustentar que Ricardo Pereira não teve participação direta no assassinato, apesar de estar no local do crime e ao lado de Adonias Sadda, ex-policial militar condenado a 23 anos e quatro meses de prisão pela morte do médico.
"Não teve nenhuma ordem direta ou indireta do Ricardo. O Ricardo não sabia, não tinha como prever que Adonias iria atirar. Foi uma questão circunstancial que aconteceu naquele momento", afirmou a defesa.
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Arquivo pessoal
Já o Ministério Público sustenta que as provas reunidas durante a investigação demonstram a participação de Ricardo Pereira no crime.
"O inquérito, aceito pela Justiça, apresenta provas da participação de Ricardo Pereira no homicídio. Para nós, do Ministério Público, está clara a responsabilidade de dois deles pela prática do crime de homicídio. Nós vamos buscar mostrar isso com as mesmas provas que foram levantadas durante a investigação e durante a instrução criminal", afirmou a acusação.
Antes do início do julgamento, os advogados do réu pediram o adiamento da sessão alegando a ausência de duas testemunhas. O pedido, no entanto, foi negado pelo juiz responsável pelo caso.
Ao longo dos mais de cinco anos de tramitação do processo, Ricardo Pereira chegou a ficar preso por 45 dias, mas foi colocado em liberdade após obter habeas corpus. Há cerca de dois meses, um novo mandado de prisão foi expedido contra ele, que passou a ser considerado foragido.
Em janeiro de 2025, Adonias Sadda, policial militar à época do crime, foi condenado pelo Tribunal do Júri a 23 anos e quatro meses de prisão em regime fechado. Ele cumpre pena no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.
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