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Mãe é presa suspeita de atear fogo em filha de 12 anos; menina está internada com queimaduras graves no RS

Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Rio Grande apura o caso Thaina Martins/RBS TV Uma menina de 12 anos sofreu graves queimaduras e está internada após ser agredida pela mãe em Rio Grande, no Sul do RS. A mulher de 29 anos foi presa em flagrante na noite de quarta-feira (23). A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio. Conforme a Delegacia de Homicídios e Prote

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 11:39 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Mãe é presa suspeita de atear fogo em filha de 12 anos; menina está internada com queimaduras graves no RS
Publicado originalmente por [fonte]


Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP) de Rio Grande apura o caso

Thaina Martins/RBS TV

Uma menina de 12 anos sofreu graves queimaduras e está internada após ser agredida pela mãe em Rio Grande, no Sul do RS. A mulher de 29 anos foi presa em flagrante na noite de quarta-feira (23). A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de homicídio.

Conforme a Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DPHPP), o caso aconteceu por volta das 18h30 de quarta-feira. A adolescente foi atendida em uma unidade de pronto atendimento (UPA). Os profissionais desconfiaram de maus-tratos e perguntaram a ela o que tinha acontecido.

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"Referiu que a mãe tinha feito essa agressão. Jogou álcool e até ateou fogo na menina", relata o delegado Maiquel Fonseca.

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A adolescente teve queimaduras em diversas partes do corpo. Por conta da gravidade, a equipe médica chamou o Conselho Tutelar e a polícia.

O crime teria ocorrido após a vítima voltar de um mercado, onde teria feito uma compra a pedido da mãe.

"Uma desavença banal. Alguma coisa sobre a menina ter usado um dinheiro de um troco que ela tinha pego pra comprar alguma coisa no mercadinho e em vez de devolver o troco ela comprou alguma outra coisa lá e essa mãe ficou irritada", diz o delegado.

Os irmãos da vítima, mais novos que ela, presenciaram a agressão. O Conselho Tutelar acompanha a família.

"Nós estamos com esse inquérito fazendo as outras diligências para conseguir complementar a investigação com os prontuários médicos e em contato com o Conselho Tutelar para entender a história dessa menina e também tentar achar outros elementos, testemunhas, vídeos, câmeras, etc", destaca o delegado.

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