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quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Mãe presa admite que agrediu filha de 9 anos com vários golpes de vassoura por não cumprir tarefa doméstica, diz polícia

Criança chegou à escola, em Araruama, com dores e marcas de agressão Polícia Civil Uma menina de 9 anos foi agredida com vários golpes de vassoura em Araruama (RJ), segundo relato da própria mãe à Polícia Civil. Na delegacia, a mulher de 26 anos, que é mãe de três crianças, admitiu que cometeu a agressão porque a filha não havia cumprido uma tarefa doméstica e, ainda de acordo com a polícia, recon

Por Redação Publicado em 24 de setembro de 2026 às 10:26 2 min de leitura

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Mãe presa admite que agrediu filha de 9 anos com vários golpes de vassoura por não cumprir tarefa doméstica, diz polícia
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Criança chegou à escola, em Araruama, com dores e marcas de agressão

Polícia Civil

Uma menina de 9 anos foi agredida com vários golpes de vassoura em Araruama (RJ), segundo relato da própria mãe à Polícia Civil. Na delegacia, a mulher de 26 anos, que é mãe de três crianças, admitiu que cometeu a agressão porque a filha não havia cumprido uma tarefa doméstica e, ainda de acordo com a polícia, reconheceu que ultrapassou os limites.

A prisão ocorreu na segunda-feira (21), depois que a criança chegou à escola com dores e marcas de agressão pelo corpo. Após acionamento da Polícia Civil pela direção da unidade, a menina foi encaminhada para atendimento médico e exame de corpo de delito.

O laudo pericial constatou diversas lesões corporais e apontou possível relação entre os ferimentos e a agressão. De acordo com a perícia, as lesões teriam sido provocadas por ação contundente.

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Durante a investigação, policiais ouviram profissionais da escola e familiares. Segundo a Polícia Civil, os depoimentos indicaram outros episódios de violência envolvendo as crianças.

Com os elementos reunidos durante a investigação, a mulher foi presa pela prática, em tese, do crime de tortura, na modalidade tortura-castigo.

Após os procedimentos na delegacia, ela seria encaminhada ao sistema prisional, onde permaneceria à disposição da Justiça.

O g1 tenta contato com a defesa, mas, segundo a Polícia Civil, nenhum advogado havia se apresentado para defender a suspeita até a última atualização desta reportagem.

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