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sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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‘Não sou bandida, marginal, homicida ou corrupta’, diz ex-vereadora Veronica Costa ao ser presa por tortura do ex-marido

Presa, Veronica Costa chega à Cidade da Polícia Anderson Salles/TV Globo A empresária e ex-vereadora do Rio de Janeiro Veronica Costa (PL), conhecida como Mãe Loira do funk, afirmou ser vítima de um erro da Justiça após ser presa na noite desta quinta-feira (24) por agentes da Polinter. Ela foi encontrada no Vale das Videiras, em Araras, distrito de Petrópolis, Região Serrana do Rio, tentando fugi

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 06:23 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

‘Não sou bandida, marginal, homicida ou corrupta’, diz ex-vereadora Veronica Costa ao ser presa por tortura do ex-marido; VÍDEO
Publicado originalmente por [fonte]


Presa, Veronica Costa chega à Cidade da Polícia

Anderson Salles/TV Globo

A empresária e ex-vereadora do Rio de Janeiro Veronica Costa (PL), conhecida como Mãe Loira do funk, afirmou ser vítima de um erro da Justiça após ser presa na noite desta quinta-feira (24) por agentes da Polinter. Ela foi encontrada no Vale das Videiras, em Araras, distrito de Petrópolis, Região Serrana do Rio, tentando fugir.

A prisão ocorreu após o trânsito em julgado da condenação a 10 anos e 8 meses de prisão por tortura contra o ex-marido, Márcio Costa. Veronica contestou a decisão judicial e negou ser criminosa.

Verônica Costa é presa em Petrópolis

"Não sou nenhuma bandida, nenhuma marginal ou homicida. Aqui tem uma mulher que teve uma arma apontada para a cabeça e que foi vítima de um erro do Judiciário. Eu sempre admirei o Judiciário. Estou triste, sem acreditar no que está acontecendo. Mas aqui não há nenhuma bandida, nenhuma corrupta. Há uma mulher que trabalhou muito pelo povo e que não merece passar por isso. Isso é maldade", declarou.

Segundo a Polícia Civil, Veronica era considerada foragida desde a quarta-feira (23). De acordo com os investigadores, na tentativa de despistar a polícia, a ex-vereadora trocou de carro pelo menos 4 vezes durante a fuga do Rio de Janeiro até Araras.

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