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No Acre, ministro das Cidades visita obras e anuncia novas moradias do Minha Casa, Minha Vida

No Acre, ministro das Cidades visita obras e anuncia novas moradias O ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou as obras do Residencial Cidade Alta, no bairro Calafate, em Rio Branco, e afirmou nesta quarta-feira (23) que o governo federal pretende ampliar o número de moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida no Acre. O empreendimento visitado pelo ministro terá 192 unidades

Por Redação Publicado em 23 de setembro de 2026 às 16:21 4 min de leitura

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No AC, ministro das Cidades visita obras do Minha Casa, Minha Vida; residencial conta com biblioteca e parques
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No Acre, ministro das Cidades visita obras e anuncia novas moradias

O ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou as obras do Residencial Cidade Alta, no bairro Calafate, em Rio Branco, e afirmou nesta quarta-feira (23) que o governo federal pretende ampliar o número de moradias contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida no Acre.

O empreendimento visitado pelo ministro terá 192 unidades habitacionais e recebe investimento total de R$ 34,1 milhões, sendo R$ 29,2 milhões do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e R$ 4,8 milhões de aporte estadual. A obra está com 52% de execução e a previsão é de que seja concluída em julho de 2027.

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Em entrevista à Rede Amazônica, o ministro afirmou que, desde a retomada do Minha Casa, Minha Vida, o Acre teve 3,4 mil unidades habitacionais contratadas. Desse total, 966 já foram entregues e cerca de 2,2 mil unidades subsidiadas estão em andamento.

Segundo ele, a intenção é chegar a entre 5 mil e 6 mil unidades contratadas no estado até o fim da atual gestão.

''Desde a retomada em 2023, a gente tem investido e aqui no Acre tivemos mais de 3.400 moradias contratadas. Mais de 80% delas são destinadas às famílias da Faixa 1, que são aquelas com menor renda. Nossa expectativa também é alcançar não só a capital, mas todos os municípios do Acre”, disse.

Além das 192 moradias, o Residencial Cidade Alta terá uma biblioteca, dois parques e duas quadras de areia. O atual modelo do Minha Casa, Minha Vida considera a localização dos empreendimentos e a proximidade com serviços públicos.

Ministro das Cidades Antônio Vladimir Moura Lima visitou nesta quarta-feira (23) as obras do Residencial Cidade Alta, em Rio Branco

Richard Lauriano/Rede Amazônica

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De acordo com o ministro, a proposta é que os moradores tenham acesso a equipamentos como escola, creche e unidade de saúde próximos às novas moradias.

''A gente sabe que tem muitas famílias que ainda pagam aluguel caro, ou outras que vivem em situação de rua, e que precisamos levar qualidade de vida. Queremos levar moradia digna para quem precisa'', destacou.

Saneamento básico e infraestrutura

Durante a entrevista, o gestor também falou sobre os investimentos federais em saneamento básico e infraestrutura urbana no Acre.

Segundo dados do Ministério das Cidades, o estado reúne R$ 1,1 bilhão em investimentos federais. O valor considera diferentes frentes, como ações do Novo PAC, contratos de repasse e unidades habitacionais contratadas pelo Minha Casa, Minha Vida.

Dentro desse montante, a carteira selecionada do Novo PAC para o Acre soma R$ 404,2 milhões. Desse total, R$ 214,4 milhões são destinados a obras de saneamento básico e R$ 186,2 milhões à mobilidade urbana.

Obras do Residencial Cidade Alta, que terá 192 unidades habitacionais e recebe investimento de R$ 34,1 milhões

Richard Lauriano/Rede Amazônica

Na área de saneamento, os recursos podem ser aplicados em obras para ampliar a coleta e o tratamento de esgoto e o acesso à água potável. Na mobilidade, os investimentos abrangem obras e ações relacionadas ao transporte e à infraestrutura urbana.

O ministro afirmou que parte dos recursos ainda depende da execução dos projetos pelos governos estadual e municipais.

Ainda segundo ele, há obras em andamento e outras que precisam passar por novas etapas para serem retomadas.

“Queremos melhorar a questão da coleta, do tratamento de esgoto, permitir o acesso à água potável para diversas famílias que ainda não têm água na torneira. A gente vem investindo em urbanização, em periferia, transporte público coletivo. Pensamos em habitação associada com a infraestrutura. É claro que são parcerias que precisam do apoio dos estados e municípios, porque são eles os executores locais que precisam fazer os projetos, licitar as obras e fazer essas obras se tornarem realidade'' completou.

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