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Operação contra grupo suspeito de tráfico e homicídios bloqueia até R$ 300 milhões na Bahia

Uma operação da Polícia Civil da Bahia contra uma organização suspeita de envolvimento com tráfico de drogas e homicídios bloqueou até R$ 300 milhões em bens e valores de investigados. A ação, batizada de Operação Quatro Torres, é realizada nesta terça-feira (22) e cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco estados. Segundo a Polícia Civil, mais de 200 policiais participam da operaç

Por Redação Publicado em 22 de setembro de 2026 às 06:35 2 min de leitura

Conteúdo de G1ler no site de origem

Operação contra grupo suspeito de tráfico e homicídios bloqueia até R$ 300 milhões na Bahia
Publicado originalmente por [fonte]

Uma operação da Polícia Civil da Bahia contra uma organização suspeita de envolvimento com tráfico de drogas e homicídios bloqueou até R$ 300 milhões em bens e valores de investigados. A ação, batizada de Operação Quatro Torres, é realizada nesta terça-feira (22) e cumpre mandados de prisão e de busca e apreensão em cinco estados.

Segundo a Polícia Civil, mais de 200 policiais participam da operação na Bahia. As investigações apontaram que o grupo tinha quatro chefes, chamadas de “Torres”, que exerciam influência sobre diferentes áreas de Ilhéus, no sul do estado.

Segundo a Polícia Civil, os quatro mantinham contato para tomar decisões relacionadas às atividades do grupo. Entre elas estavam a venda de drogas, compra de armas e organização de homicídios.

Na Bahia, os mandados são cumpridos em Ilhéus, Itabuna, Feira de Santana, Serrinha, Luís Eduardo Magalhães, Porto Seguro, Salvador, Simões Filho e Vitória da Conquista.

A operação também ocorre em:

São Paulo e Guarujá, em São Paulo;

Maceió, em Alagoas;

Nossa Senhora do Socorro, em Sergipe;

Rio de Janeiro, no Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, parte dos investigados já está presa em unidades prisionais e também recebeu novos mandados de prisão nesta terça.

As investigações também chegaram a dois policiais militares, suspeitos de fazer parte do grupo e de receber vantagens indevidas para favorecer a atuação da organização.

Um advogado também é investigado. Segundo a Polícia Civil, ele teria atuado na comunicação entre integrantes do grupo e na intermediação de pagamentos.

Além dos mandados, a Justiça determinou o bloqueio e a indisponibilidade de ativos financeiros de 31 pessoas físicas e 11 empresas.

A Polícia Civil informou que a operação busca atingir não apenas os integrantes envolvidos diretamente nas atividades criminosas, mas também o patrimônio relacionado ao grupo.

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