Operação da Receita Federal contra venda irregular de celulares tem alvos em MG e outros 7 estados
Operação contra celulares irregulares atinge MG e outros 7 estados. Receita Federal Lojas de celulares de Belo Horizonte, Betim, Santa Luzia e Vespasiano foram fiscalizadas durante uma operação nacional de combate ao comércio irregular de aparelhos nesta quinta-feira (17). Em Minas Gerais, foram sete alvos. Outros 65 alvos também foram fiscalizados nos estados do Rio Grande do Norte, Pará, Rio de
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Operação contra celulares irregulares atinge MG e outros 7 estados.
Receita Federal
Lojas de celulares de Belo Horizonte, Betim, Santa Luzia e Vespasiano foram fiscalizadas durante uma operação nacional de combate ao comércio irregular de aparelhos nesta quinta-feira (17). Em Minas Gerais, foram sete alvos. Outros 65 alvos também foram fiscalizados nos estados do Rio Grande do Norte, Pará, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Goiás e Acre.
A Operação Última Chamada integra uma força-tarefa nacional voltada ao combate de irregularidades na comercialização de aparelhos celulares. Segundo a Receita Federal, o foco desta segunda fase é fiscalizar estabelecimentos que vendem celulares associados a crimes ou que apresentam problemas de origem e regularização junto aos órgãos de controle.
De acordo com o órgão, além da possível revenda de celulares roubados ou furtados, os estabelecimentos investigados também podem estar envolvidos na comercialização de produtos que ingressaram irregularmente no país, como aparelhos sem importação regular e dispositivos clandestinos de transmissão de canais fechados, conhecidos como TV box.
Segundo a Receita Federal, a operação busca interromper a cadeia de comercialização irregular de celulares, combater a concorrência desleal e ampliar a segurança dos consumidores na compra desses produtos.
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A operação em números
Em todo o país, a operação ocorreu em oito estados, com fiscalização em 72 pontos de venda e atuação de 67 servidores públicos. Minas Gerais foi o quarto estado com maior número de alvos, atrás apenas do Rio Grande do Norte, Pará e Rio de Janeiro.