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Pesquisadora encontra 16 cápsulas de tubarão-lixa em Fernando de Noronha

Tubarão-lixa: pesquisadora encontra 16 'bolsas de sereia' em Noronha A pesquisadora Mariana Rêgo, do projeto Ecotuba, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), encontrou 16 cápsulas de tubarão-lixa em Fernando de Noronha, na quarta-feira (16). Conhecidas como “bolsas de sereia”, as cápsulas são estruturas semelhantes a ovos, onde os embriões se desenvolvem (veja vídeo acima). Elas foram

Por Redação Publicado em 17 de setembro de 2026 às 11:23 3 min de leitura

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Pesquisadora encontra 16 cápsulas de tubarão-lixa em Fernando de Noronha
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Tubarão-lixa: pesquisadora encontra 16 'bolsas de sereia' em Noronha

A pesquisadora Mariana Rêgo, do projeto Ecotuba, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), encontrou 16 cápsulas de tubarão-lixa em Fernando de Noronha, na quarta-feira (16). Conhecidas como “bolsas de sereia”, as cápsulas são estruturas semelhantes a ovos, onde os embriões se desenvolvem (veja vídeo acima). Elas foram encontradas nos Alagados dos Tubarões, área que é monitorada pelos pesquisadores.

“Essa foi a primeira vez que encontrei uma quantidade de cápsulas como essa. Isso é muito importante porque comprova que essa região é utilizada para parto, além de alimentação e cópula”, afirmou a pesquisadora.

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Mariana Rêgo localizou 16 cápsulas de tubarão-lixa

Projeto Ecotuba/Divulgação

Rêgo é especialista em reprodução de tubarões e raias. Ela explicou como ocorre a reprodução do tubarão-lixa.

“O embrião se desenvolve nesse ovo (cápsula) na barriga da mãe. Numa gestação entre cinco e seis meses, a fêmea tem cerca de 35 filhotes. A mãe expele a cápsula e depois o embrião”, explicou.

A pesquisadora comemorou a quantidade de cápsulas encontradas. Na semana passada, ela havia localizado uma “bolsa de sereia” no Sueste. No mês passado, encontrou outras quatro cápsulas nos Alagados dos Tubarões.

Cápsulas são estruturas semelhantes a ovos, onde os embriões se desenvolvem

Projeto Ecotuba/Divulgação

Monitoramento

O monitoramento dos Alagados dos Tubarões começou em junho. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre a reprodução e o desenvolvimento dos animais que utilizam a região.

Durante o trabalho, os pesquisadores capturam fêmeas de tubarão-lixa e realizam exames de ultrassonografia para acompanhar a gestação dos animais.

Tubarão é capturado para estudo em Noronha

Ana Clara Marinho/TV Globo

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Pesquisa

A pesquisa faz parte do monitoramento de tubarões realizado há 12 anos em Fernando de Noronha por estudiosos da UFRPE.

Além desse trabalho, os pesquisadores fazem expedições de barco para capturar tubarões, instalar transmissores e acompanhar os deslocamentos dos animais. O monitoramento nos Alagados dos Tubarões complementa as informações já coletadas pela equipe.

Cápsula de tubarão encontrada no Sueste

Projeto Ecotuba/Divulgação

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