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PF apreende R$ 2,5 milhões em dinheiro vivo que abasteceriam campanha eleitoral no Pará; dois são presos

PF apreende R$ 2,5 milhões que abasteceriam campanha eleitoral no Pará. Reprodução / PF Duas pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (16), logo após sacarem R$ 2,5 milhões em dinheiro vivo em uma agência bancária de Belém. A PF não confirmou quem são os investigados. De acordo com a PF, o dinheiro apreendido é fruto de desvio de recursos públicos e tinha com

Por Redação Publicado em 16 de setembro de 2026 às 17:10 2 min de leitura

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PF apreende R$ 2,5 milhões em dinheiro vivo que abasteceriam campanha eleitoral no Pará; dois são presos
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PF apreende R$ 2,5 milhões que abasteceriam campanha eleitoral no Pará.

Reprodução / PF

Duas pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal (PF), nesta quarta-feira (16), logo após sacarem R$ 2,5 milhões em dinheiro vivo em uma agência bancária de Belém. A PF não confirmou quem são os investigados.

De acordo com a PF, o dinheiro apreendido é fruto de desvio de recursos públicos e tinha como destino final o financiamento ilegal de campanhas políticas no estado.

Além do montante milionário em cédulas, os policiais federais apreenderam uma arma de fogo e diversos documentos e materiais de interesse para a investigação. Todo o conteúdo apreendido passará por perícia técnica.

Rastreamento do dinheiro

A operação que resultou no flagrante contou com a colaboração ativa da Controladoria-Geral da União (CGU).

Técnicos do órgão federal auxiliaram os investigadores na análise financeira e no rastreamento da origem dos recursos, o que permitiu identificar o momento exato da retirada do dinheiro no banco.

A suspeita é de que o esquema utilize "caixa dois" para abastecer candidaturas locais, configurando crime eleitoral.

Crimes investigados

Os dois suspeitos presos foram encaminhados à sede da PF e, posteriormente, colocados à disposição do Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA).

De acordo com a Polícia Federal, os investigados poderão responder, conforme o grau de participação de cada um, por uma série de crimes graves, entre eles:

Lavagem de dinheiro;

Peculato (desvio de dinheiro público por servidor);

Corrupção eleitoral;

Associação criminosa;

Porte ilegal de arma de fogo;

Resistência à prisão.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam em andamento para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de desvio e receptação dos valores.

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