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quinta-feira, 1 de outubro de 2026
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PM é condenado a 30 anos por mortes de jovens na Pavuna após confundir macaco hidráulico com arma

Jorge Lucas Paes, de 17 anos, e Tiago Guimarães Dingo, de 24, foram mortos em 2015 Reprodução O sargento da Polícia Militar Carlos Fernando Dias Chaves foi condenado a 30 anos de prisão, em regime fechado, pelas mortes de Tiago Guimarães Dingo, de 24 anos, e Jorge Lucas Paes, de 17. O julgamento foi realizado nesta quarta-feira (30), no 4º Tribunal do Júri da Capital. Segundo o depoimento prestado

Por Redação Publicado em 1 de outubro de 2026 às 06:45 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

PM é condenado a 30 anos por mortes de jovens na Pavuna após confundir macaco hidráulico com arma
Publicado originalmente por [fonte]

Jorge Lucas Paes, de 17 anos, e Tiago Guimarães Dingo, de 24, foram mortos em 2015

Reprodução

O sargento da Polícia Militar Carlos Fernando Dias Chaves foi condenado a 30 anos de prisão, em regime fechado, pelas mortes de Tiago Guimarães Dingo, de 24 anos, e Jorge Lucas Paes, de 17. O julgamento foi realizado nesta quarta-feira (30), no 4º Tribunal do Júri da Capital.

Segundo o depoimento prestado pelo sargento à época, ele confundiu o macaco hidráulico que Jorge Lucas transportava com um fuzil. As vítimas estavam em uma motocicleta quando passaram pela viatura policial e foram baleadas, em outubro de 2015. Jorge estava na garupa da moto. Os jovens foram baleados pelas costas e morreram no local.

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Relembre o caso

O caso aconteceu em 29 de outubro de 2015. Tiago e Jorge Lucas estavam em uma moto quando foram abordados durante o patrulhamento policial. O sargento Carlos teria confundido um macaco hidráulico que Jorge carregava com uma arma e efetuou os disparos. Após o ocorrido, o sargento se apresentou à Delegacia de Homicídios para prestar depoimento. A investigação da Polícia Civil posteriormente realizou uma reprodução simulada da ocorrência para tentar esclarecer a dinâmica das mortes. Peritos refizeram os trajetos percorridos pelos jovens e pelos policiais. A morte dos dois provocou revolta entre moradores da região. No enterro de Tiago, policiais militares chegaram a ser hostilizados por pessoas que acompanhavam a cerimônia.

Em dezembro de 2015, a Polícia Civil fez a reconstituição do caso. Durante a reprodução simulada, houve disparos na região, e o Batalhão de Choque precisou dar apoio à operação. A Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) atuou como assistente de acusação no julgamento e representou a família de Tiago Guimarães Dingo.

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