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Polícia do DF mira grupo suspeito de lucrar R$ 7 milhões com venda de dados sigilosos de brasileiros

Polícia mira grupo suspeito de venda de dados sigilosos de brasileiros PCDF/Reprodução A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) contra um grupo suspeito de vender dados sigilosos de milhões de brasileiros. Entre março de 2021 e este ano, o grupo faturou mais de R$ 7 milhões, de acordo com as investigações. De acordo com as investigações, a plataforma cobrava u

Por Redação Publicado em 24 de setembro de 2026 às 07:46 2 min de leitura

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Polícia do DF mira grupo suspeito de lucrar R$ 7 milhões com venda de dados sigilosos de brasileiros
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Polícia mira grupo suspeito de venda de dados sigilosos de brasileiros

PCDF/Reprodução

A Polícia Civil do Distrito Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira (24) contra um grupo suspeito de vender dados sigilosos de milhões de brasileiros. Entre março de 2021 e este ano, o grupo faturou mais de R$ 7 milhões, de acordo com as investigações.

De acordo com as investigações, a plataforma cobrava uma mensalidade para que os usuários pudessem consultar uma base de dados composta por nomes, CPFs, CNPJs, filiação, endereços, documentos e até processos judiciais de qualquer cidadão.

Agentes cumprem 13 mandados de prisão e busca e apreensão em seis estados: São Paulo, Minas Gerais, Piauí, Paraná, Espírito Santo e Pernambuco.

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Vazamento de dados

A Polícia Civil afirma que os dados eram provenientes de vazamentos e da exploração de vulnerabilidade em sistemas de órgãos públicos, conselhos profissionais e operadoras de telefonia.

Ainda de acordo com os investigadores, o grupo já finalizava o desenvolvimento de uma segunda plataforma do mesmo tipo.

A Justiça determinou bloqueio de R$ 7 milhões em bens dos investigados, como imóveis, veículos de alto padrão e uma embarcação. Também foi determinado que o site seja retirado do ar.

Os investigados podem responder por organização criminosa, lavagem de dinheiro, receptação qualificada, invasão de dispositivo informático e estelionato. Somadas, as penas podem chegar a 36 anos de prisão.

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