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Professora viaja 85 km para votar em Cubatão acompanhada dos pais e do filho de 3 anos

Professora viaja 85 km para votar em Cubatão acompanhada dos pais e do filho de 3 anos Victor Barreto/A Tribuna Jornal A professora Cátia Cilene Dias de Almeida, de 50 anos, viajou de Peruíbe a Cubatão, na Baixada Santista, para votar no primeiro turno das Eleições 2026. Ela percorreu cerca de 85 km acompanhada dos pais, os aposentados Joaquim Dias de Melo, de 80 anos, e Maria Auxiliadora Ferreira

Por Redação Publicado em 4 de outubro de 2026 às 09:50 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Professora viaja 85 km para votar em Cubatão acompanhada dos pais e do filho de 3 anos
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Professora viaja 85 km para votar em Cubatão acompanhada dos pais e do filho de 3 anos

Victor Barreto/A Tribuna Jornal

A professora Cátia Cilene Dias de Almeida, de 50 anos, viajou de Peruíbe a Cubatão, na Baixada Santista, para votar no primeiro turno das Eleições 2026. Ela percorreu cerca de 85 km acompanhada dos pais, os aposentados Joaquim Dias de Melo, de 80 anos, e Maria Auxiliadora Ferreira, de 72, e do filho de três anos.

Na manhã deste domingo (4), a família esteve na UME Bernardo José Maria de Lorena, local de votação com o maior número de seções eleitorais da cidade.

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Segundo Cátia, a família vive em Cubatão, mas passava o fim de semana na casa de praia em Peruíbe. Por isso, fez questão de retornar à cidade para participar da votação.

“A gente tem que cumprir nosso papel de cidadão, escolher os próximos governantes do nosso país. Acho isso muito importante. Se justificasse o voto, não daria para fazer isso, então fizemos questão de cumprir esse papel”, afirmou Cátia.

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'Quero exercer minha cidadania'

Joaquim, que não é obrigado a votar devido à idade, também fez questão de comparecer à seção eleitoral. Segundo ele, participar da escolha dos representantes é uma forma de exercer a cidadania.

“Eu nunca deixei de votar. Não tenho obrigação, mas quero exercer minha cidadania”, disse.

O aposentado utiliza uma bengala para auxiliar na locomoção e contou que não ouviu o aviso de uma fiscal sobre a existência de um elevador na unidade de ensino. “Fui na dificuldade, mas eu supero tudo isso para dar meu voto”, brincou.

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