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Seis suspeitos são presos por vender doces com drogas dentro de campus da Uece, em Fortaleza

Grupo é investigado por vender doces com drogas dentro de universidade em Fortaleza Um grupo investigado por suspeita de vender doces com drogas dentro da Universidade Estadual do Ceará (Uece), em Fortaleza. A investigação envolve seis pessoas, que estariam divididas em uma estrutura de compra, venda e distribuição de entorpecentes. Elas foram presas e estão à disposição da Justiça. A investigação

Por Redação Publicado em 17 de setembro de 2026 às 15:19 3 min de leitura

Conteúdo de G1ler no site de origem

Seis suspeitos são presos por vender doces com drogas dentro de campus da Uece, em Fortaleza
Publicado originalmente por [fonte]


Grupo é investigado por vender doces com drogas dentro de universidade em Fortaleza

Um grupo investigado por suspeita de vender doces com drogas dentro da Universidade Estadual do Ceará (Uece), em Fortaleza. A investigação envolve seis pessoas, que estariam divididas em uma estrutura de compra, venda e distribuição de entorpecentes. Elas foram presas e estão à disposição da Justiça.

A investigação começou após informações de que drogas estariam sendo repassadas no Centro de Humanidades da Uece, no Bairro de Fátima, e dentro de um bar na capital. A polícia analisou o telefone celular de um dos suspeitos e encontrou conversas, áudios, imagens e vídeos que comprovam o crime.

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Em nota, a Universidade Estadual do Ceará (Uece) disse que, depois de tomar o conhecimento da possível utilização do espaço Campus Fátima para atividade relacionada ao tráfico de drogas, a Uece comunicou os fatos à Polícia Civil e colaborou com as autoridades responsáveis pela apuração. O inquérito policial foi concluído e encaminhado à Justiça.

O Ministério Público do Ceará (MPCE) denunciou, inicialmente, dois suspeitos por tráfico de drogas. Em setembro deste ano, os outros quatro também foram denunciados: três por tráfico de drogas e associação para o tráfico e o outro, por tráfico de drogas.

Suspeitos vendiam as drogas por meio de aplicativo de mensagens.

Reprodução

Em uma das conversas, a qual o g1 teve acesso, um dos suspeitos, identificado apenas como Jhonny, diz:

"Boa tarde, mano. Ei, o RJ pediu para chegar na sua para o resgate de dois pcts (pacotes) mais verde. Pode ser mais tarde, mano".

O outro suspeito, identificado nas conversas como Câmeras Usadas 2n, responde:

"Só quer verde, né?! Ok, 6h falo contigo".

Em outra conversa, o vendedor entrega a lista com os preços:

"Conta de ontem: R$ 100 verde, R$ 200 pó. Conta de hoje: R$ 100 pó. Total: R$ 400".

Veja abaixo as mensagens:

Veja conversas entre suspeito e usuário.

Reprodução

Veja conversas entre suspeito e usuário.

Reprodução

Esquema estruturado

Um dos investigados é apontado como responsável pela revenda; três seriam fornecedores; uma quinta pessoa atuava como intermediário na logística e entrega das drogas; e o sexto suspeito seria responsável pela divulgação e a oferta dos entorpecentes através de um aplicativo de mensagens.

No esquema, os criminosos publicavam fotos das drogas para visualização dos usuários e os consumidores escolhiam o produto. Parte das entregas era realizada nos espaços da Uece.

A investigação, que ocorre desde o início do ano, ainda resultou na apreensão de drogas e celulares em dois imóveis em Fortaleza, no dia 9 de abril de 2026:

No primeiro local, foram encontradas 12 gramas de maconha, 5 doces (alfajor) com suposta maconha dentro e dois celulares. Posteriormente, um laudo da Perícia Forense identificou a presença de THC (principal composto psicoativo encontrado na planta da Cannabis sativa) nos doces.

No segundo imóvel, foram apreendidos 16 gramas de maconha e um telefone celular.

Ao longo da investigação, as seis pessoas foram presas preventivamente e agora estão à disposição da Justiça.

Grupo vendia drogas por meio de aplicativo de mensagens.

Reprodução

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