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Senado em MG: relembre as reviravoltas da disputa até a reta final

O que faz o senador? As pesquisas eleitorais mostram que a disputa pelo Senado em Minas Gerais ainda está indefinida. Os dois candidatos mais votados no próximo domingo (4) vão representar o estado na Câmara Alta do Congresso Nacional por oito anos, a partir de 2027. O último levantamento da Quaest, divulgado nesta terça-feira (29), mostrou Domingos Sávio (PL) numericamente à frente, com 14% dos v

Por Redação Publicado em 1 de outubro de 2026 às 04:00 5 min de leitura

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Senado em MG: relembre as reviravoltas da disputa até a reta final
Publicado originalmente por [fonte]

O que faz o senador?

As pesquisas eleitorais mostram que a disputa pelo Senado em Minas Gerais ainda está indefinida. Os dois candidatos mais votados no próximo domingo (4) vão representar o estado na Câmara Alta do Congresso Nacional por oito anos, a partir de 2027.

O último levantamento da Quaest, divulgado nesta terça-feira (29), mostrou Domingos Sávio (PL) numericamente à frente, com 14% dos votos, tecnicamente empatado com Marília Campos (PT), com 13%, e com Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB), ambos com 12%. A margem de erro é de três pontos percentuais.

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Na última Datafolha, divulgada em 24 de setembro, Marília apareceu numericamente à frente, com 13%, em empate técnico com Aécio (11%), Viana (11%) e Sávio (9%). A margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Ao longo dos últimos meses, a corrida ao Senado em Minas teve desistências, candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral e a entrada de um novo nome. Relembre o que mudou e como está o cenário atualmente a partir dos seguintes pontos:

Marília Campos foi cotada para disputa ao governo

Marcelo Aro também cotado para governo

Desistência de Galassi e Heringer e entrada de Aécio

Candidatura indeferida de Tião Pessoa

Quem são os candidatos

Marília Campos foi cotada para disputa ao governo

A candidata do PT, Marília Campos, foi cotada pelo partido para disputar o governo de Minas, mesmo após manifestar desejo de concorrer ao Senado. Apesar do debate interno na sigla, ela manteve a decisão de se candidatar à Câmara Alta.

A ex-prefeita de Contagem, inclusive, criticou a decisão do partido de lançar um nome próprio na corrida ao Palácio Tiradentes e afirmou publicamente, em junho, que o Senado era sua "única disponibilidade política" para as eleições de 2026.

Marília destacou que MG não possui senadores da base do presidente Lula (PT) e que a candidatura dela poderia representar "um importante avanço na presença feminina em cargos majoritários".

No fim de julho, o PT lançou Patrus Ananias como candidato a governador.

Marcelo Aro também cotado para governo

O candidato ao Senado Marcelo Aro (PP) também chegou a ser cotado para concorrer ao governo de Minas, após Cleitinho Azevedo (Republicanos) anunciar que não participaria da disputa.

Havia expectativa, inclusive, de que Aro recebesse apoio do PL e do Republicanos. No entanto, as conversas não avançaram.

O PL decidiu lançar Flávio Roscoe ao governo. Depois, a Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, partido de Marcelo Aro, anunciou apoio a Mateus Simões (PSD), governador e candidato à reeleição. Além disso, Cleitinho voltou atrás e confirmou a candidatura.

Aro acabou, então, concorrendo ao Senado. Apesar da aliança entre Federação Progressista e PSD, ele e Mateus Simões não se apoiam – antigos aliados, os dois romperam a relação no fim de julho e trocaram acusações públicas de traição.

Desistência de Galassi e Heringer e entrada de Aécio

No dia 15 de agosto, quando terminou o prazo para o registro de candidaturas na Justiça Eleitoral, a disputa pelo Senado em Minas Gerais tinha 17 nomes. De lá para cá, dois candidatos deixaram a corrida e um entrou.

A desistência de Marcelo Heringer (PDT) foi protocolada na Justiça Eleitoral em 26 de agosto. No dia seguinte, Gustavo Galassi (PSDB) formalizou o desejo de renunciar às eleições.

Os dois candidatos saíram para a entrada de Aécio Neves (PSDB), que passou a ser o representante da coligação "Cuidar de Minas", formada por PDT e Federação PSDB-Cidadania, na disputa pelo Senado.

Aécio chegou a anunciar, no início de agosto, que não concorreria a nenhum cargo eletivo nas eleições de 2026, após completar 40 anos de mandatos consecutivos na vida pública. No entanto, no dia 28 do mesmo mês, confirmou que seria candidato à Câmara Alta.

Ele disse que "mudou de rota" por Minas Gerais e por acreditar que no Senado teria melhores condições de "articular um projeto para 2030 ao centro" e "sem radicalização".

Candidatura indeferida de Tião Pessoa

A Justiça Eleitoral negou todos os pedidos de registro de candidatura do Partido da Causa Operária (PCO) em Minas Gerais, inclusive a de Tião Pessoa, que disputa uma vaga no Senado.

A decisão, do desembargador Sálvio Chaves, considerou um relatório técnico do TRE-MG, que apontou que as contas do partido referentes ao exercício financeiro de 2015 foram julgadas como não prestadas.

Os candidatos do PCO recorreram, mas até o momento a Justiça manteve o indeferimento dos pedidos de registro das candidaturas.

Quem são os candidatos

Veja quem são os 16 candidatos ao Senado em Minas Gerais, por ordem alfabética (conheça todos aqui).

Aécio Neves (PSDB)

Ana Luiza do MLB (UP)

Arcanjo Pimenta (MDB)

Áurea Carolina (PSOL)

Carlin Moura (Avante)

Carlos Viana (PSD)

Domingos Sávio (PL)

Fidélis Alcântara (UP)

Jordano Metalúrgico (PSTU)

Juiz Ramon Moreira (DC)

Manoel Carvalho (MDB)

Marcelo Aro (PP)

Marco Antônio Superman (Novo)

Marília Campos (PT)

Tião Pessoa (PCO)

Victória Mello Vic (PSTU)

Montagem de fotos com os candidatos ao Senado por MG em 2026

g1

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