Senado terá a maior bancada feminina na história: 17 mulheres terão mandato na próxima legislatura
Plenário do Senado Federal Jonas Pereira/Agência Senado As eleições de 2026 formaram a maior bancada feminina na história do Senado Federal. Para a próxima legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro de 2027, serão 17 mulheres senadoras. 🔎A conta não inclui a senadora Jussara Lima (PSD-PI), que exerce o cargo atualmente, mas é suplente do ministro do Desenvolvimento Social Wellington Dias (PT-PI
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Plenário do Senado Federal
Jonas Pereira/Agência Senado
As eleições de 2026 formaram a maior bancada feminina na história do Senado Federal. Para a próxima legislatura, que se inicia em 1º de fevereiro de 2027, serão 17 mulheres senadoras.
🔎A conta não inclui a senadora Jussara Lima (PSD-PI), que exerce o cargo atualmente, mas é suplente do ministro do Desenvolvimento Social Wellington Dias (PT-PI), que pode voltar ao mandato na próxima legislatura.
Os dados foram apurados e divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na noite deste domingo (4), após as eleições federais em todo o país.
Além de formar a maior bancada feminina, a população brasileira ainda elegeu a maior quantidade de senadoras em um único pleito – foram 12, ao todo. Em 2018 o Senado iniciou a legislatura com 11 mulheres eleitas – este número caiu para 10 em 2022.
Agora no g1
PL e PT
Apesar de o Partido Liberal (PL) ter eleito uma maioria esmagadora de novos senadores, o partido foi responsável por apenas três das novas vagas ocupadas com as candidatas: Bia Kicis e Michelle Bolsonaro pelo Distrito Federal e Carol de Toni por Santa Catarina.
Michelle Bolsonaro (PL), Bia Kicis (PL) e Damares Alves (Republicanos) formarão uma bancada integralmente feminina para o DF
Reprodução
O Partido dos Trabalhadores (PT), também aparece com três parlamentares, tendo eleito duas novas neste domingo: Marília Campos (PT-MG) e Samanda de Lula (PT-RN). Ainda integra a bancada do partido a senadora Teresa Leitão (PT-PE), atualmente é a líder do governo no Senado Federal.
Atualmente, estão no Senado Damares Alves (Republicanos-DF), Tereza Cristina (PP-MS) e Professora Dorinha (União-TO) – que pode deixar o cargo caso vença a eleição para o governo de Tocantins no segundo turno. Sua suplente, se isso acontecer, é a Professora Lu (União-TO). A elas se juntam a recém-eleita senadora pelo Ceará, Luizianne (Rede).
Já dentre as eleitas neste domingo, sete das mulheres têm alguma conexão familiar na política brasileira. Além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, também foram eleitas:
Rayssa Furlan (Podemos-AP), esposa do governador eleito do Amapá Dr. Furlan (PSD);
Gracinha Caiado (União-GO), esposa do candidato derrotado à Presidência Ronaldo Caiado (PSD);
Teresa Surita (MDB-RR), ex-prefeita de Boa Vista, ex-deputada federal e ex-esposa do ex-senador Romero Jucá;
Marília Arraes (PDT-PE), neta do ex-governador Miguel Arraes e prima do ex-governador Eduardo Campos;
Mara Rocha (Republicanos-AC), irmã do ex-deputado federal e ex-vice-governador do Acre, Major Rocha; e
Marina JHC (PSDB-AL), esposa do governador eleito de Alagoas, JHC (PSDB);
Derrotas
Por outro lado, nenhuma das seis senadoras que disputaram as eleições neste domingo conseguiu se reeleger. Dentre elas, apenas Leila Barros (PDT-DF) e Zenaide Maia (PSD-RN) perderam para outras mulheres. Soraya ThroNicke (PSB-MS), Daniella Ribeiro (PP-PB) e Eliziane Gama (PT-MA) foram derrotadas por candidatos.
Já a senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) foi candidata a deputada estadual, mas não foi eleita.