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Suspeito de ameaçar e caluniar juíza é preso pela Polícia Civil na Zona Sudeste de Teresina

Novo prédio da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Piauí Eric Souza - g1 Um homem chamado Cassimiro Cardoso dos Santos Neto, de 48 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (22), no bairro Dirceu, na Zona Sudeste de Teresina. Segundo o delegado Tales Gomes, da Diretoria Especializada em Operações Policiais (Deop), ele é investigado por homofobia e por enviar mensagens e áudios com ameaças a uma j

Por Redação Publicado em 22 de setembro de 2026 às 11:33 2 min de leitura

Conteúdo de G1ler no site de origem

Investigado por homofobia é preso suspeito de ameaçar e caluniar juíza em Teresina
Publicado originalmente por [fonte]


Novo prédio da Delegacia-Geral da Polícia Civil do Piauí

Eric Souza - g1

Um homem chamado Cassimiro Cardoso dos Santos Neto, de 48 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (22), no bairro Dirceu, na Zona Sudeste de Teresina. Segundo o delegado Tales Gomes, da Diretoria Especializada em Operações Policiais (Deop), ele é investigado por homofobia e por enviar mensagens e áudios com ameaças a uma juíza que atua em processos relacionados ao caso.

Conforme a investigação, o suspeito chegou a procurar a magistrada pessoalmente no fórum. Depois, passou a enviar mensagens e áudios em tom de ameaça para a juíza, segundo o delegado. O mandado de prisão preventiva foi cumprido no bairro Dirceu, na Zona Sudeste da capital.

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"Ele vem sendo investigado em processos por conta de homofobia e esses processos já estão em trâmite no poder judiciário. Uma das juízas que está atendendo esse processo está sendo ameaçada, caluniada e perseguida pelo Cassimiro. Ele foi ao fórum, procurou a juíza, a caluniou e difamou na frente de várias pessoas, questionando a condução do processo.

Além disso, conseguiu o telefone pessoal da juíza e passou a mandar áudios e mensagens com tom ameaçador", iniciou.

"Por conta disso, foi instaurado um novo procedimento, além dos processos de homofobia, um novo inquérito que apura crimes contra a honra e a questão do stalking, tendo como vítima a juíza que apura os casos em que ele é processado", completou o delegado.

Durante o interrogatório, o investigado admitiu ter enviado as mensagens à juíza e confirmou que esteve no local onde ela trabalha, segundo o delegado.

*Esta reportagem está em atualização

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