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sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais e aplicar o produto em clientes é preso no DF

Além das canetas emagrecedoras, foram apreendidos anabolizantes e fármacos comésticos Foto: Divulgação PCDF A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante um homem suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais, trazidas do Paraguai e não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A operação foi deflagrada nesta terça-feira (15) e chamada de "Bula Negra". Com o

Por Redação Publicado em 16 de setembro de 2026 às 12:06 2 min de leitura

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Suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais e aplicar o produto em clientes é preso no DF
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Além das canetas emagrecedoras, foram apreendidos anabolizantes e fármacos comésticos

Foto: Divulgação PCDF

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu em flagrante um homem suspeito de vender canetas emagrecedoras ilegais, trazidas do Paraguai e não autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A operação foi deflagrada nesta terça-feira (15) e chamada de "Bula Negra". Com o suspeito, foram encontradas grandes quantidades de canetas emagrecedoras à base de tirzepatida e retatrutida.

Havia, ainda, lotes de cosméticos suspeitos e diversos tipos de produtos anabolizantes.

Os mandados eram de busca e apreensão mas, ao chegar no endereço na Candangolândia, a Polícia Civil decidiu pela prisão em flagrante de um dos dois suspeitos.

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Janeiro: Fantástico mostrou comércio de canetas emagrecedoras ilegais no Paraguai

Segundo as investigações, os produtos eram adquiridos no Paraguai e depois armazenados em uma casa na Candangolândia sem as condições sanitárias de conservação e armazenamento adequadas – o que gerava ainda um risco adicional à saúde dos consumidores.

A comercialização dos produtos era feita pela internet, enviados por serviço de entrega (delivery).

Os produtos eram oferecidos sem exigência de prescrição médica, sendo apresentado um "protocolo alternativo" para a prescrição exigida.

Além da modalidade delivery, a investigação apontou que os medicamentos também era aplicados no local irregularmente.

Foto: Divulgação PCDF

A utilização desse protocolo para contornar as exigências relacionadas à prescrição médica deu origem ao nome da operação, "Bula Negra".

O termo faz referência à comercialização clandestina de medicamentos e à tentativa de substituir a orientação e a prescrição médica por protocolos elaborados à margem das exigências sanitárias.

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