Trump volta atrás e diz que execução por fuzilamento não será transmitida ao vivo
Donald Trump fala a jornalistas ao deixar a Casa Branca, em Washington, em 13 de outubro de 2026. Kevin Lamarque/ Reuters O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (15) diz que a execução por fuzilamento de um ex-militar norte-americano não será transmitida ao vivo, o que marcou um recuo em sua posição sobre o assunto após uma polêmica se instaurar no país. ✅ Siga o
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Donald Trump fala a jornalistas ao deixar a Casa Branca, em Washington, em 13 de outubro de 2026.
Kevin Lamarque/ Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (15) diz que a execução por fuzilamento de um ex-militar norte-americano não será transmitida ao vivo, o que marcou um recuo em sua posição sobre o assunto após uma polêmica se instaurar no país.
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Trump voltou atrás sob a justificativa de que "muitas pessoas boas e bem-intencionadas prefeririam não assistir à sua morte".
"Acho que transmitir a execução ao vivo para que todos pudessem assistir poderia ser um forte fator de dissuasão, permitindo que o mundo testemunhasse como os Estados Unidos lidam com terroristas e com ESCÓRIA como Hasan. No entanto, muitas pessoas boas e bem-intencionadas prefeririam não vê-lo morrer. (...) Ele morrerá, conforme previsto, por fuzilamento, mas esse evento não será transmitido ao vivo. Ainda assim, os familiares mais próximos das vítimas poderão assistir à execução presencialmente, se assim desejarem. Eles merecem testemunhar a JUSTIÇA!", afirmou Trump em publicação em sua rede social Truth Social.
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AP
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Esta reportagem está em atualização.