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sexta-feira, 18 de setembro de 2026
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Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14% para 13,75% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (16), cortar a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, reduzindo a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Este é o quinto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime. 🔎 A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem ef

Por Redação Publicado em 16 de setembro de 2026 às 18:32 2 min de leitura

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Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14% para 13,75% ao ano
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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu, nesta quarta-feira (16), cortar a taxa básica de juros da economia em 0,25 ponto percentual, reduzindo a Selic de 14% para 13,75% ao ano. Este é o quinto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime.

🔎 A taxa básica de juros da economia é o principal instrumento do BC para tentar conter as pressões inflacionárias, que tem efeitos, principalmente, sobre a população mais pobre.

Como as decisões são tomadas

Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.

Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.

Agora no g1

Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.

Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.

Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.

Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o primeiro trimestre de 2028.

Para 2026, 2027 e 2028, respectivamente, as estimativas de inflação do mercado financeiro estão em 4,9%, 4,3% e 3,80% – todas acima da meta central de inflação.

PrBanco Central do Brasil

Jornal Nacional/ Reprodução

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