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Mulher troca emprego CLT para fazer programas sexuais e revela fetiches de clientes: 'Pés e inversão'

Imagem ilustrativa Arquivo/g1 Uma mulher de 35 anos, que preferiu não se identificar, abandonou o emprego com carteira assinada para fazer programas na região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. Ela recebia cerca de R$ 1.045,00 (o equivalente ao salário mínimo) em 2020, quando pediu demissão do trabalho e decidiu se tornar profissional do sexo em busca de uma renda superior. Em en

Por Redação Publicado em 25 de setembro de 2026 às 07:27 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Mulher troca emprego CLT para fazer programas sexuais e revela fetiches de clientes: 'Pés e inversão'
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Imagem ilustrativa

Arquivo/g1

Uma mulher de 35 anos, que preferiu não se identificar, abandonou o emprego com carteira assinada para fazer programas na região de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo.

Ela recebia cerca de R$ 1.045,00 (o equivalente ao salário mínimo) em 2020, quando pediu demissão do trabalho e decidiu se tornar profissional do sexo em busca de uma renda superior. Em entrevista ao g1, a mulher revelou que a maioria de seus clientes é composta por homens.

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“Hoje, 80% das pessoas que me procuram são homens, 5% são mulheres e o restante, cerca de 15%, são casais que buscam sair a três”, conta.

Antes de iniciar a relação sexual, ela diz que faz uso de preservativo e toma medicamentos antirretrovirais de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) mensalmente. Segundo a mulher, muitas pessoas buscam o serviço para realizar alguns fetiches.

“Os clientes gostam muito de pés e pedem ‘inversão’ durante o ato sexual”, conta.

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Foto: Freepik

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Para evitar repreensão de seus familiares, ela mantém seu trabalho de forma sigilosa. Questionada sobre situações de preconceito e violência, a garota de programa reconhece que houve um avanço da sociedade em entender que muitas mulheres optam por esse tipo de atividade por problemas financeiros.

“Hoje em dia, vejo que não há mais tanto preconceito, pois está virando ‘moda’. Existem muitas garotas novas que fazem programa para comprar iPhone e roupas caras, ir a baladas e festas; não é para o sustento da casa”, conta.

Em média, a mulher recebe cerca de R$ 3 mil por semana fazendo programas. Quando realiza atendimentos em municípios que exigem deslocamento, ela relata que dobra o valor do cachê. Os serviços são anunciados em sites que oferecem acompanhantes.

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