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Gangorra que atingiu e causou morte de atleta de 15 anos em SC tinha deterioração na base, aponta polícia

Veja os destaques do g1 SC nesta segunda-feira (28) A perícia feita na gangorra que atingiu e causou a morte de Beatriz Peixoto, de 15 anos, no final de setembro apontou que a base da estrutura estava deteriorada. O inquérito da Polícia Civil foi concluído nesta quinta-feira (15) sem indiciamentos. O acidente aconteceu em 26 de setembro em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis. A jovem morreu ap

Por Redação Publicado em 15 de outubro de 2026 às 21:18 3 min de leitura

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Gangorra que atingiu e causou morte de atleta de 15 anos em SC tinha deterioração na base, aponta polícia
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Veja os destaques do g1 SC nesta segunda-feira (28)

A perícia feita na gangorra que atingiu e causou a morte de Beatriz Peixoto, de 15 anos, no final de setembro apontou que a base da estrutura estava deteriorada. O inquérito da Polícia Civil foi concluído nesta quinta-feira (15) sem indiciamentos.

O acidente aconteceu em 26 de setembro em Alfredo Wagner, na Grande Florianópolis. A jovem morreu após ser atingida por uma gangorra artesanal de madeira que tombou durante uma brincadeira.

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Deterioração em parte subterrânea foi principal causa do colapso

Os exames da perícia permitiram esclarecer a dinâmica do acidente. De acordo com o laudo, a gangorra era construída com toras de eucalipto e possuía aproximadamente 16 metros de comprimento, apoiada sobre uma coluna de sustentação parcialmente enterrada no solo.

A perícia identificou sinais de deterioração e apodrecimento na parte subterrânea da coluna, cuja ruptura foi apontada como a principal causa do colapso da estrutura.

Beatriz morreu no sábado (26) em um sítio de SC

Redes sociais/Reprodução

O laudo também destacou que, por estar localizada abaixo da linha do solo, a deterioração dificilmente seria identificada por uma pessoa sem conhecimento técnico por meio de uma simples inspeção visual.

Durante as investigações, foi constatado que o equipamento era utilizado havia mais de dez anos, sem registros conhecidos de acidentes anteriores. Também foram reunidos elementos indicando que o proprietário realizava a manutenção da gangorra e havia programado a substituição da estrutura de sustentação.

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Dono da gangorra não estava no local no momento do acidente

Dessa forma, o conjunto de provas não demonstrou que o dono da gangorra ou qualquer outra pessoa envolvida tivesse conhecimento do risco de rompimento da estrutura ou condições de prever o acidente.

A investigação também constatou que o proprietário não estava no imóvel no momento dos fatos e desconhecia que as adolescentes estavam utilizando a gangorra naquela ocasião.

Diante dos elementos apurados, a autoridade policial concluiu que não houve negligência no cuidado com o equipamento ou forma de prever o acidente, requisitos necessários para a caracterização de homicídio culposo.

Assim, o inquérito policial foi concluído sem o indiciamento.

Adolescente estava com três amigas quando houve o acidente

Conforme apurado, a adolescente estava acompanhada de três amigas em uma propriedade rural quando o grupo decidiu utilizar uma gangorra artesanal instalada em um terreno vizinho.

Durante a brincadeira, a estrutura sofreu um movimento lateral repentino e tombou. As amigas conseguiram saltar do equipamento, enquanto a vítima caiu ao solo e foi atingida por uma das vigas de madeira.

A jovem foi socorrida e encaminhada ao hospital de Alfredo Wagner, onde a morte foi constatada. O exame necroscópico apontou que a morte foi causada por traumatismo cranioencefálico decorrente do impacto da estrutura.

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