Falta de quórum faz Câmara adiar análise de projeto sobre uso de inteligência artificial em Campinas
Com 16 dos 33 vereadores presentes, Câmara Municipal de Campinas (SP) encerrou a sessão desta quarta-feira (23) por falta de quórum Câmara Municipal de Campinas A Câmara Municipal de Campinas (SP) adiou a votação do projeto de lei que estabelece regras de transparência para o uso de inteligência artificial (IA) na administração pública municipal. Com 16 dos 33 vereadores presentes, a sessão ordiná
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Com 16 dos 33 vereadores presentes, Câmara Municipal de Campinas (SP) encerrou a sessão desta quarta-feira (23) por falta de quórum
Câmara Municipal de Campinas
A Câmara Municipal de Campinas (SP) adiou a votação do projeto de lei que estabelece regras de transparência para o uso de inteligência artificial (IA) na administração pública municipal.
Com 16 dos 33 vereadores presentes, a sessão ordinária desta quarta-feira (23) foi encerrada por falta de quórum e nenhum dos 12 itens previstos na da pauta foram à votação. Com isso, a proposta segue em tramitação na Casa e será incluída em outra reunião.
Protocolado em fevereiro de 2025, o texto prevê que toda utilização de IA seja mencionada em local de fácil visualização sempre que qualquer órgão ou setor da prefeitura recorrer a tecnologia na execução de atividades e demandas públicas.
Segundo a proposta, o objetivo é garantir que os cidadãos saibam quando determinado serviço, documento ou procedimento contou com auxílio da tecnologia.
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Na justificativa apresentada junto ao projeto, o autor afirma que o uso da IA tem potencial para aumentar a eficiência dos serviços públicos, mas também levanta desafios éticos, legais e tecnológicos.
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O que diz o projeto?
O projeto define que a regra valerá para toda a administração pública municipal, abrangendo os setores e departamentos por meio dos quais o município exerce suas funções.
Pelo texto, sempre que houver uso de inteligência artificial, a informação deverá ser disponibilizada de forma acessível ao público.
⚠️ A proposta não estabelece restrições ao uso da tecnologia, mas cria uma obrigação de transparência sobre sua aplicação.
Também cabe ao Poder Executivo regulamentar a futura lei, caso ela seja aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito.
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