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quinta-feira, 15 de outubro de 2026
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Houthis bombardeiam complexo do palácio presidencial no Iêmen; governo diz que há mortos, mas premiê está seguro

Agora no g1 O grupo terrorista Houthi bombardeou o complexo do palácio presidencial do Iêmen em Áden, no sul do país. O governo iemenita afirmou que o ataque matou dois seguranças, mas que primeiro-ministro está seguro. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Os Houthis utilizaram mísseis e drones no ataque, que atingiu um local próximo ao palácio presidencial e matou dois segu

Por Redação Publicado em 15 de outubro de 2026 às 13:29 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Houthis bombardeiam complexo do palácio presidencial no Iêmen; governo diz que há mortos, mas premiê está seguro
Publicado originalmente por [fonte]

Agora no g1

O grupo terrorista Houthi bombardeou o complexo do palácio presidencial do Iêmen em Áden, no sul do país. O governo iemenita afirmou que o ataque matou dois seguranças, mas que primeiro-ministro está seguro.

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Os Houthis utilizaram mísseis e drones no ataque, que atingiu um local próximo ao palácio presidencial e matou dois seguranças, afirmaram duas fontes do governo iemenita à agência de notícias Reuters.

O primeiro-ministro do Iêmen e integrantes do gabinete que estavam no complexo do palácio presidencial de Maashiq não ficaram feridos, afirmou o ministro da Informação, Moammar al-Eryani.

O ministro disse ainda que os Houthis dispararam cinco mísseis contra o local. Testemunhas afirmaram à agência Associated Press (AP) que ouviram ao menos seis explosões de grande magnitude.

A agência de notícias Saba, controlada pelos houthis, citou um militar que afirmou que o grupo tinha como alvos um quartel-general de operações militares comandado por oficiais sauditas no complexo, além de depósitos de armas. A Reuters não conseguiu verificar as alegações de forma independente.

O porta-voz militar do grupo alinhado ao Irã, Yahya Saree, afirmou que o ataque contra o que descreveu como um quartel-general de operações militares sauditas em Áden fazia parte da política declarada do grupo de “atacar concentrações militares sauditas onde quer que estejam”.

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