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Após decisão de Nunes Marques, canal 'Exército de Lula' sai do ar; canal pode ser retomado após prazo de 48 horas

Print canal 'Exército do Lula' no WhatsApp Reprodução Após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, o canal de WhatsApp "Exército do Lula" saiu do ar. Nesta terça-feira (13), Nunes Marques reconheceu o registro do canal pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a ferramenta poderá voltar a funcionar após um prazo de 4

Por Redação Publicado em 13 de outubro de 2026 às 23:38 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Após decisão de Nunes Marques, canal 'Exército de Lula' sai do ar e poderá ser retomado após 48 horas
Publicado originalmente por [fonte]

Print canal 'Exército do Lula' no WhatsApp

Reprodução

Após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, o canal de WhatsApp "Exército do Lula" saiu do ar.

Nesta terça-feira (13), Nunes Marques reconheceu o registro do canal pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e afirmou que a ferramenta poderá voltar a funcionar após um prazo de 48 horas previsto em resolução da Corte Eleitoral.

Agora no g1

Nunes Marques tomou a decisão em um processo apresentado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) contra o canal de WhatsApp. A equipe do candidato do PL questionou a regularidade e o funcionamento do mecanismo, que é administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).

Inicialmente, o ministro Nunes Marques havia determinado a suspensão integral da ferramenta. No entanto, após a formalização do endereço eletrônico pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta terça, as exigências foram consideradas cumpridas.

De acordo com o entendimento do TSE, mesmo com o registro, ainda é necessário aguardar o prazo de 48 horas para o efetivo restabelecimento das atividades de envio de atualizações e ingresso de novos seguidores.

O magistrado destacou ainda que a retomada da ferramenta está condicionada ao cumprimento de normas de identificação, aos eleitores, do responsável pela propaganda.

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