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quarta-feira, 23 de setembro de 2026
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Brasil, União Europeia e outros países defendem soberania e criticam ameaças e uso da força entre países

Na ONU, Lula trata de soberania e critica interferências externas em processos eleitorais Jornal Nacional/ Reprodução O grupo Parceiros pelo Multilateralismo, do qual o Brasil faz parte, emitiu um comunicado à comunidade internacional no qual defendeu a soberania dos países e a integridade territorial e se manifestou de forma contrária sobre ameaças e uso da força entre países. O comunicado foi di

Por Redação Publicado em 23 de setembro de 2026 às 09:05 2 min de leitura

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Brasil, União Europeia e outros países defendem soberania e criticam ameaças e uso da força
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Na ONU, Lula trata de soberania e critica interferências externas em processos eleitorais

Jornal Nacional/ Reprodução

O grupo Parceiros pelo Multilateralismo, do qual o Brasil faz parte, emitiu um comunicado à comunidade internacional no qual defendeu a soberania dos países e a integridade territorial e se manifestou de forma contrária sobre ameaças e uso da força entre países.

O comunicado foi divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) no contexto do debate geral da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, que acontece nesta semana em Nova York (EUA).

Além do Brasil, integram o grupo a União Europeia, o Canadá, a Índia e a Austrália, além de outros países.

Agora no g1

Nesta terça, ao discursar na assembleia da ONU, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a soberania do Brasil e o processo eleitoral.

Ele acresscentou que o país não cabe no “quintal” de ninguém, em uma referência a ações americanas na região que o governo considera como tentativas de interferência no processo eleitoral.

“Sustentamos a necessidade de defender e fazer cumprir as normas, os princípios e os compromissos que seguem essenciais à ordem internacional e, ao mesmo tempo, renovar e reformar o sistema multilateral, de modo a torná-lo mais eficaz, representativo, inclusivo e adequado a seus propósitos", diz o documento do grupo.

O texto prossegue: "Reafirmamos nosso compromisso com o direito internacional e com os princípios da igualdade soberana, da integridade territorial, da solução pacífica de controvérsias e da proibição da ameaça ou do uso da força".

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