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Ex-tesoureiro de Barra Mansa é condenado por desvio de R$ 13 mi para apostas em bets

Prefeitura de Barra Mansa Divulgação/Prefeitura de Barra Mansa Um ex-tesoureiro da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Barra Mansa (RJ) foi condenado a 8 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de peculato-desvio e inserção de dados falsos em sistema de informações. As informações só foram obtidas nesta terça-feira (29). A decisão

Por Redação Publicado em 29 de setembro de 2026 às 12:44 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Ex-tesoureiro de Barra Mansa é condenado por desvio de R$ 13 mi para apostas em bets
Publicado originalmente por [fonte]

Prefeitura de Barra Mansa

Divulgação/Prefeitura de Barra Mansa

Um ex-tesoureiro da Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos de Barra Mansa (RJ) foi condenado a 8 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de peculato-desvio e inserção de dados falsos em sistema de informações. As informações só foram obtidas nesta terça-feira (29).

A decisão da 1ª Vara Criminal da comarca determinou a perda definitiva do cargo público, manteve a prisão preventiva do réu e fixou o valor mínimo de R$ 13 milhões para reparação aos cofres públicos. O ex-servidor respondia ao processo preso desde dezembro de 2025 e teve o direito de recorrer em liberdade negado.

As fraudes ocorreram de forma contínua entre 2020 e 2025. Concursado desde 2013 e no cargo de tesoureiro desde 2017, o homem tinha acesso exclusivo às senhas bancárias da pasta.

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✅Clique aqui e Desvios e transferências via Pix

Ele realizava transferências via Pix de contas ligadas a programas assistenciais — como fundos para idosos, infância e o Restaurante do Povo — para contas próprias, do pai e de terceiros. Para encobrir as fraudes, adulterava extratos bancários impressos, apagando as transações irregulares antes de lançá-los no sistema contábil do município.

Apostas online e descoberta do caso

Em depoimento, o ex-servidor confessou os desvios e afirmou ter usado o dinheiro público para apostas em plataformas online, na tentativa de recuperar as quantias. A Justiça rejeitou o pedido da defesa de redução de pena por vício em jogos (ludopatia), apontando laudo pericial que atestou plena consciência dos atos cometidos.

As irregularidades foram descobertas no final de 2025 pelo setor de contabilidade da prefeitura. Ao ser cobrado pelos extratos oficiais, o tesoureiro abandonou o trabalho em 1º de dezembro. Secretários municipais confirmaram os desvios diretamente nos bancos e acionaram a Polícia Civil e o Ministério Público.

O réu foi localizado e preso na casa de uma tia pouco depois da denúncia, permanecendo no sistema penitenciário desde então. Ele pode entrar com recurso de apelação, mas não poderá recorrer em liberdade

O g1 tenta contato com a defesa do réu e com a Prefeitura de Barra Mansa.

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