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Fotógrafa prepara mochila maluca no formato de fogão e com chocotones feitos à mão para filha: 'Repercussão foi gigante'

Mãe fez mochila no formato de fogão e com chocotones para filha em São José do Rio Preto Uma fotógrafa de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, decidiu se desafiar ao preparar a mochila maluca para a filha no formato de fogão e com chocotones feitos à mão. Regiane Pavan, de 40 anos, já havia se habituado à ideia do cabelo maluco entre as crianças, que normalmente é proposta pelas escola

Por Redação Publicado em 7 de outubro de 2026 às 17:50 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Fotógrafa prepara mochila maluca no formato de fogão e com chocotones feitos à mão para filha: 'Repercussão foi gigante'
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Mãe fez mochila no formato de fogão e com chocotones para filha em São José do Rio Preto

Uma fotógrafa de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, decidiu se desafiar ao preparar a mochila maluca para a filha no formato de fogão e com chocotones feitos à mão.

Regiane Pavan, de 40 anos, já havia se habituado à ideia do cabelo maluco entre as crianças, que normalmente é proposta pelas escolas nesta época do ano. Porém, soube que, desta vez, a atividade seria outra. A proposta era fazer uma mochila diferente. 📲 Participe do canal do g1 Rio Preto e Araçatuba no WhatsApp

Mariana Pavan de 5 anos em São José do Rio Preto (SP)

Arquivo pessoal

A ideia de a filha Mariana Pavan, de 5 anos, ir à escola com a caracterização inusitada virou uma missão para a mãe, já que este foi o primeiro ano letivo da criança. Um vídeo mostrando o passo a passo da produção foi publicado nas redes sociais da mãe e gerou repercussão. Assista acima. O processo de criação começou pelo fogão e durou cerca de uma semana. A fotógrafa usou uma caixa de papelão e a revestiu com material emborrachado, também conhecido como Etileno Vinil Acetato (EVA). “A base do forninho eu fiz com uma caixa de papelão. A prateleira eu também fiz com caixa de papelão. E aí, eu revesti ele todo de EVA e fiz os acabamentos de xadrez com uma fita que comprei em uma loja de armarinhos. Os botões e as bocas do fogão eu fiz de EVA preto. O puxador do forno eu fiz com vela, enrolei com a mesma fitinha verde e usei alguns palitos de churrasco para dar mais sustentação à prateleira para aguentar o peso dos chocotones”, conta. Regiane Pavan em São José do Rio Preto (SP)

Arquivo pessoal

Habituada a fazer chocotones sob encomenda durante o fim de ano, ela optou por apostar na sobremesa. Preparou a massa de maneira artesanal e deixou fermentar por aproximadamente 24 horas. “Aí eu falei: ‘Gente, o que eu vou fazer?’ Algo ligado ao que nós gostamos de fazer, porque a minha filha também gosta de estar envolvida com a cozinha. E minha segunda profissão é chef de cozinha. Os chocotones, como eles são artesanais, foram produzidos com 24 horas de fermentação. Durante todo o processo, desde a hora em que faço a massa até a finalização, tudo foi feito com muito carinho”, comentou Pavan.

Regiane Pavan fez uma mochila maluca para a filha em São José do Rio Preto (SP)

Arquivo pessoal

Ajuste na rotina

Regiane é proprietária de um estúdio de fotografia, onde faz ensaios individuais e familiares em diferentes cenários. A demanda de trabalho é diária e, para conseguir atender ao pedido da escola de Mariana, a mãe fez alguns ajustes na rotina. Aproveitou os momentos de folga da função de fotógrafa, normalmente no período noturno, e colocou a mão na massa literalmente. Para não ficar de fora, a filha aproveitou para ajudar a mãe e aprender sobre produção artesanal e culinária. A chegada ao colégio foi marcada pela reação dos pais e de outras crianças, o que, para mãe e filha, recompensou o esforço.

“Ela [filha] estava muito ansiosa, e a caracterização dela foi a mais diferente. Chocotone é uma das coisas que a minha filha mais gosta de comer. Nesta época do ano, eu já começo a fazer. Inclusive, também sou mentora e ensino as pessoas a fazer os chocotones”, comenta a fotógrafa.

Mariana Pavan em São José do Rio Preto (SP)

Arquivo pessoal

A sala em que Mariana estuda tem oito alunos. Para permitir que as crianças provassem a sobremesa, a mãe preparou 12 chocotones e todos foram consumidos rapidamente.

“A repercussão foi gigante, pois comecei a receber mensagens de mães de crianças que nem comiam chocotone, mas agora passaram a comer, e elas querem comprar agora”, finaliza Regiane. Regiane Pavan fez mochila maluca para a filha em São José do Rio Preto (SP)

Arquivo pessoal

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