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Grávida e filha são picadas por escorpião; vídeo mostra resgate

Mãe e filha são picadas por escorpião em Goiânia Uma mulher grávida e a filha dela, de 6 anos, foram picadas por um escorpião no Setor Brisas da Mata, em Goiânia. A menina apresentou sintomas graves, como vômitos e dificuldade para respirar, e precisou ser socorrida por policiais militares que faziam patrulhamento na região. Um vídeo mostra o momento em que a criança é levada às pressas para o hos

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 17:27 4 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Grávida e filha são picadas por escorpião; vídeo mostra resgate
Publicado originalmente por [fonte]

Mãe e filha são picadas por escorpião em Goiânia

Uma mulher grávida e a filha dela, de 6 anos, foram picadas por um escorpião no Setor Brisas da Mata, em Goiânia. A menina apresentou sintomas graves, como vômitos e dificuldade para respirar, e precisou ser socorrida por policiais militares que faziam patrulhamento na região. Um vídeo mostra o momento em que a criança é levada às pressas para o hospital.

Nas imagens, a menina aparece desfalecida no colo de um policial militar durante o trajeto até a unidade de saúde. Os agentes acionaram a sirene da viatura para agilizar o atendimento. Ao chegar ao hospital, um dos policiais avisou à equipe médica que a mãe da criança, que também havia sido picada, estava a caminho.

Em entrevista à TV Anhanguera, o major Adriano Lima Soares, subcomandante do 13º Batalhão da Polícia Militar, explicou que a criança foi picada em casa, mas os pais não perceberam o que havia acontecido e a levaram para a escola. ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp

“A criança foi picada em casa, né? E os pais não perceberam ali o que estava acontecendo e levaram a criança pra escola. Quando chegou na escola, os sintomas da picada se agravaram, né? Os diretores e as professoras perceberam que tinha sido uma picada de escorpião e aí entraram um pouco ali em desespero e foram pra rua ali fazer o pedido de ajuda”, contou o major à TV Anhanguera.

Policial militar socorre menina de 6 anos picada por escorpião, em Goiânia

Reprodução/TV Anhanguera

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Menina precisou ser transferida de helicóptero

Devido à gravidade dos sintomas, a menina precisou ser transferida de helicóptero para o Hospital Estadual de Doenças Tropicais (HDT), unidade de referência no atendimento a vítimas de animais peçonhentos em Goiás.

Segundo o Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), a menina está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas apresenta estado de saúde estável. A unidade informou ainda que ela já consegue respirar sem a ajuda de aparelhos.

A mãe da criança, que está grávida e também foi picada pelo escorpião, recebeu atendimento médico e foi liberada.

O médico infectologista Taiguara Freitas explicou, em entrevista à TV Anhanguera, que o tratamento depende da gravidade dos sintomas apresentados pela vítima.

“Casos de acidentes moderados e graves, está indicado o uso do soro antiveneno de escorpião e ele vai ser administrado nesses casos, juntamente com sintomáticos”, explicou o médico.

Mais de 5 mil ocorrências

Segundo dados do Hospital Estadual de Doenças Tropicais apresentados pela TV Anhanguera, mais de 5 mil ocorrências envolvendo escorpiões e outros animais peçonhentos foram registradas até setembro deste ano. O número é mais que o dobro da média de aproximadamente 2 mil ocorrências registrada nos anos anteriores.

Entre os municípios citados no levantamento, Goiânia aparece com o maior número de atendimentos, com 754 registros. Aparecida de Goiânia vem em seguida, com 513, e Senador Canedo contabiliza 254 ocorrências.

Para evitar acidentes, o infectologista Taiguara Freitas recomenda não acumular entulhos, utilizar luvas e botas durante atividades de jardinagem, controlar a presença de insetos, como baratas, e vedar frestas que possam servir de abrigo para escorpiões.

Em caso de picada, a orientação é lavar o local com água e sabão e procurar atendimento médico imediatamente. O especialista alerta que não se deve fazer torniquetes nem tentar sugar o veneno com a boca.

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