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Homem que orquestrou assassinato do rapper Tupac é condenado à prisão perpétua

Ex-líder de gangue é condenado nos EUA pelo assassinato do rapper Tupac Shakur Duane "Keffe D" Davis foi condenado a cumprir de 40 anos a prisão perpétua por orquestrar o assassinato do ícone do rap Tupac Shakur em 1996. A sentença foi anunciada nesta terça-feira (13), em um tribunal de Las Vegas, com a presença de familiares do condenado. Em agosto deste ano, Davis, de 63 anos, foi considerado cu

Por Redação Publicado em 13 de outubro de 2026 às 16:17 3 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Homem que orquestrou assassinato do rapper Tupac é condenado à prisão perpétua
Publicado originalmente por [fonte]

Ex-líder de gangue é condenado nos EUA pelo assassinato do rapper Tupac Shakur

Duane "Keffe D" Davis foi condenado a cumprir de 40 anos a prisão perpétua por orquestrar o assassinato do ícone do rap Tupac Shakur em 1996.

A sentença foi anunciada nesta terça-feira (13), em um tribunal de Las Vegas, com a presença de familiares do condenado.

Em agosto deste ano, Davis, de 63 anos, foi considerado culpado por homicídio com uso de arma letal.

Tupac e Duane “Keffe D” Davis

Reprodução e Reuters

O júri, composto por 16 jurados, quatro dos quais suplentes, ouviu o depoimento de 24 testemunhas de acusação e de três de defesa ao longo de nove dias.

Segundo a legislação norte-americana, o tempo de 40 anos é o período mínimo de pena. Após esse tempo, "Keffe D" poderá solicitar liberdade condicional e, caso seja negada, ele seguirá na prisão de maneira perpétua.

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Caso arquivado voltou à tona

A investigação do assassinato ficou paralisada por anos, mas a polícia afirmou que as declarações feitas por Davis em 2018 a diversos veículos de mídia sobre seu envolvimento no tiroteio reativaram o caso.

Davis disse em entrevistas e em seu livro de memórias de 2019, “Compton Street Legend”, que estava no banco do passageiro da frente do Cadillac e havia entregado a arma a um dos dois homens sentados atrás dele, segundo a polícia.

Mas nem o relato de Davis nem as autoridades revelaram quem disparou contra Shakur. Os outros três homens que estavam no Cadillac com Davis já morreram.

De acordo com a lei de Nevada, Davis pode ser acusado de homicídio se tiver participado do crime sem ter puxado o gatilho.

Em seu livro, Davis escreveu que por muito tempo foi considerado suspeito dos assassinatos de Shakur e de um rapper rival, Christopher Wallace, que se apresentava como The Notorious B.I.G. pela gravadora Bad Boy Entertainment, sediada em Nova York, e foi morto a tiros em Los Angeles em março de 1997.

Embora o assassinato de Wallace continue sem solução, os investigadores há muito especulam que ele foi morto a tiros em retaliação ao assassinato de Shakur, ocorrido meses antes.

*Com informações da Reuters

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