Ir para o conteúdo principal
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
AGORA RIO
Cidades

Médica é demitida de hospital após mensagem orientando a não dar alta a pacientes por a maioria ser 'petistas'

Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’ A médica investigada por enviar mensagem orientando outros profissionais de saúde a não dar alta a “pacientes petistas” internadas na enfermaria da Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, foi demitida, segundo informou o hospital. A demissão ocorreu na quarta-feira (7). ✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp Em nota, Mar

Por Redação Publicado em 8 de outubro de 2026 às 11:12 2 min de leitura

Conteúdo de G1 — ler no site de origem

Médica é demitida de hospital após mensagem orientando a não dar alta a pacientes por a maioria ser 'petista'
Publicado originalmente por [fonte]

Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’

A médica investigada por enviar mensagem orientando outros profissionais de saúde a não dar alta a “pacientes petistas” internadas na enfermaria da Maternidade Célia Câmara, em Goiânia, foi demitida, segundo informou o hospital. A demissão ocorreu na quarta-feira (7).

✅ Clique e siga o canal do g1 GO no WhatsApp

Em nota, Marcella Segato de Sousa Melo afirmou que a mensagem enviada em um grupo privado de profissionais não se transformou em conduta inadequada e que nenhuma paciente teve a alta atrasada ou negada por preferência política.

Segundo a médica, todas as pacientes foram avaliadas e receberam alta exclusivamente de acordo com critérios clínicos. Ela também afirmou que, desde 2017, realizou milhares de partos de mulheres com diferentes origens e convicções (veja a nota na íntegra ao fim do texto).

Quando e como aconteceu

No dia 2 de outubro, dois dias antes do primeiro turno das eleições, Marcella publicou uma mensagem em um grupo privado de WhatsApp formado por profissionais da maternidade.

“Quem estiver na enfermaria sábado e domingo, não dar alta para ninguém, a maioria é petista”, dizia a mensagem, conforme imagens exibidas pela TV Anhanguera.

A publicação recebeu reações de 12 participantes do grupo, com emojis de risadas, sinal de positivo e bandeira do Brasil. Uma pessoa respondeu: “Combinado”.

Não foi possível confirmar se algum profissional seguiu a orientação e deixou de conceder alta a alguma paciente por causa de preferência política.

Médica é suspeita de orientar funcionários a ‘não dar alta para petistas’ em dia de eleição

Reprodução/TV Anhaguera

O que diz a maternidade

Segundo a assessoria da unidade, Marcella era contratada por uma empresa responsável pela prestação de serviços à organização social que administra a maternidade. O hospital afirmou que as mensagens foram enviadas em um grupo privado de médicos e representavam manifestações pessoais, sem relação com a posição institucional da unidade.

A médica havia sido afastada das funções durante a apuração do caso.

Leia mais