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quarta-feira, 30 de setembro de 2026
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Morto pelo irmão deixou clínica de reabilitação contra o crack um dia antes: 'Meu filho lutou contra o vício, quis muito vencer'

'Perdi essa batalha', desabafa mãe sobre luta contra o crack após filho matar o outro O jovem assassinado pelo próprio irmão nesta terça-feira (29), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, havia saído de uma clínica de reabilitação em Itaboraí um dia antes do crime. Luiz Alex da Silva, de 23 anos, morreu no portão de casa, após uma briga com o irmão, Santhiago Monteiro, de 19 anos. Segundo a po

Por Redação Publicado em 30 de setembro de 2026 às 11:53 2 min de leitura

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Morto pelo irmão deixou clínica de reabilitação contra o crack um dia antes: 'Meu filho lutou contra o vício, quis muito vencer'
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'Perdi essa batalha', desabafa mãe sobre luta contra o crack após filho matar o outro

O jovem assassinado pelo próprio irmão nesta terça-feira (29), em Maricá, na Região Metropolitana do Rio, havia saído de uma clínica de reabilitação em Itaboraí um dia antes do crime.

Luiz Alex da Silva, de 23 anos, morreu no portão de casa, após uma briga com o irmão, Santhiago Monteiro, de 19 anos. Segundo a polícia, Santhiago atingiu o irmão com um objeto perfurante. A mãe dos jovens, Danielle Quintanilha, de 41 anos, relatou o sofrimento de Luiz Alex na tentativa de deixar o vício em crack.

"Meu filho lutou. Ele sofreu para tentar sair dessa situação. Ele vinha até mim pedir ajuda para ser internado, porque já não aguentava mais, sabe?", desabafou a mãe.

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Nesta terça-feira, Danielli saía de casa quando ouviu uma confusão entre os filhos e gritos de socorro. Ao voltar, encontrou Luiz Alex ensanguentado no portão da residência, no bairro Mumbuca.

Segundo a polícia, Santhiago Monteiro fugiu logo após o crime. Até a última atualização desta reportagem, ele não havia sido localizado.

A mãe dos jovens acredita que o crime tenha ocorrido após uma discussão motivada por ciúmes. Danielli destacou que, além da luta contra a dependência química e da falta de apoio, existe também o preconceito da sociedade.

"Eu queria fazer um alerta da dificuldade, da falta de apoio que nós, mães de adictos, temos. Todas as portas se fecham, até mesmo por conta do preconceito. Veem a pessoa da pior forma possível, não conseguem enxergá-lo como doença", completou.

O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, que procura pelo objeto usado no crime. Discussão entre irmãos acaba em tragédia, em Maricá.

Danielli Quintanilha desabafa sobre a luta contra o crack em casa após filho matar o outro em Maricá

Bianca Chaboudet/g1

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